Agência do Trabalho divulga 07 vagas de emprego para Serra Talhada e região

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A Agência do Trabalho de Serra Talhada em parceira com o Jornal Desafio Online, atualizou seu cadastro de vagas de emprego nesta terça-feira (24) e está oferecendo 07 oportunidades, são elas: Auxiliar de Cozinha, Mecânico em Refrigeração e 05 vagas para Eletricista Linha Viva II.

Para concorrer basta enviar seus currículos para o e-mail:[email protected], juntamente com o número do PIS ou NIT e o cargo que pretende ocupar. A Agência está localizada na Avenida Afonso Magalhães, próximo à Câmara de Vereadores.

Maiores informações (87) 3831-9244 / 3831 – 9245 / 3831-9240. Confira as especificidades dos cargos abaixo.

 

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Clique aqui para baixar o quadro de vagas de emprego

IF Sertão-PE oferta 579 vagas via Sisu em cursos superiores e tecnológicos. Há vagas para Salgueiro

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O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (IF Sertão- PE)  oferece 579 vagas em cursos de graduação pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que usa as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2016. As inscrições abrem nesta terça-feira (24) e podem ser realizadas até a sexta-feira (27).

As vagas estão distribuídas entre os campi Petrolina Zona Rural e Jardim São Paulo; Salgueiro; Ouricuri e Floresta.

Em Petrolina, no campus Zona Rural, estão sendo oferecidas 214 vagas para os cursos tecnológico em Alimentos (64) e as licenciaturas em Computação (60), Física (60), Química (60). Já no campus Zona Rural são 95 vagas distribuídas entre os cursos de Agronomia (60), Viticultura e Enologia (35).

No campus de Salgueiro, as 150 vagas são voltadas o curso tecnológico em Alimentos (60) e de Sistemas para Internet (30) e a licenciatura em Física. Já em Ouricuri, estão sendo oferecidas 35 vagas para licenciatura em Química.

Em Floresta, o IF Sertão-PE vai ofertar 85 vagas. Os cursos são o tecnológico Gestão da Tecnologia da Informação (50) e a licenciatura em Química (35).

Para participar do Sisu, basta preencher o formulário pelo site do Sisu e optar por até dois cursos. É preciso usar o número de inscrição e a senha cadastrados no Enem. É necessário ainda ter concluído o Ensino Médio e não ter tirado nota zero na redação do Enem.

Calendário

No 1º semestre de 2017, Sisu vai oferecer 328.397 vagas de graduação em 131 universidades federais, institutos federais de educação, ciência e tecnologia e instituições estaduais

De acordo com o calendário divulgado pelo Ministério da Educação (MEC), o resultado dos aprovados em chamada regular será divulgado em 30 de janeiro, e as matrículas serão efetuadas entre os dias 3 e 7 de fevereiro.

Os candidatos que não forem selecionados nas chamadas regulares podem manifestar interesse na lista de espera. O sistema será aberto para essa opção, restrita à primeira opção de vaga do concorrente, entre os dias 30 de janeiro e 10 de fevereiro. As convocações da lista de espera serão divulgadas a partir de 16 de fevereiro. (G1)

Sisu abre inscrição para vagas do primeiro semestre de 2017

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As inscrições para a primeira edição de 2017 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) foram abertas na madrugada desta terça-feira (24) e vão até sexta-feira (27). As inscrições devem ser feitas no site http://sisu.mec.gov.br/.

Os estudantes podem selecionar até duas opções de cursos; o sistema seleciona os aprovados segundo a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), considerando os pesos específicos de cada opção. A primeira nota de corte será divulgada à 1h desta quarta-feira (25), no site do Sisu.

No primeiro semestre de 2017, serão 238.397 vagas de graduação em 131 universidades federais, institutos federais de educação, ciência e tecnologia e instituições estaduais. Segundo o MEC, o aumento de vagas foi de 4,5% em relação ao primeiro semestre de 2016.

CALENDÁRIO DO SISU

  • Inscrições: 24 a 27 de janeiro
  • Chamada regular: 30 de janeiro
  • Prazo para entrar na lista de espera: 30 de janeiro a 10 de fevereiro
  • Matrícula da chamada regular: 3 a 7 de fevereiro
  • Convocação dos candidatos da lista de espera: a partir de 16 de fevereiro

Dúvidas sobre o Sisu

Veja a lista de dúvidas respondidas nesta reportagem:

  • Como funciona o sistema?
  • Qual o prazo e como fazer a inscrição?
  • É preciso ter nota mínima?
  • Qual a diferença de ampla concorrência e ações afirmativas?
  • Sempre vale a pena disputar vagas pela lei de cotas?
  • Minha nota no Enem será a mesma em todas as universidades?
  • O que é a nota de corte que aparece em cada curso?
  • Como escolher a primeira e a segunda opção de curso?
  • Como usar a ‘classificação parcial’?
  • Quando sai o resultado?
  • Como funcionam as listas de espera?
  • Terei nova chance no segundo semestre?
  • O que fazer em caso de problemas técnicos?

Como funciona o sistema?

O Sisu seleciona os candidatos considerando as notas no Enem, divulgadas na última quarta-feira (18). Podem participar deste primeiro semestre, qualquer pessoa que tenha feito uma das três edições do Enem em 2016. São oferecidas 238.397 vagas de graduação em 131 universidades federais, institutos federais de educação, ciência e tecnologia e instituições estaduais. Segundo o MEC, o aumento de vagas foi de 4,5% em relação ao primeiro semestre de 2016.

Qual o prazo e como fazer a inscrição?

Até as 23h59 desta sexta-feira (27) é possível fazer a inscrição e mudar as escolhas quantas vezes o estudante quiser. O candidato deve acessar o site do Sisu (http://sisu.mec.gov.br/) e preencher os campos com número de inscrição no Enem 2016 e senha. Em seguida, é possível visualizar as notas no exame – divididas pelos campos de conhecimento.

Para fazer a inscrição, após visualizar seu desempenho, o estudante deve realizar uma busca por curso, instituição de ensino ou cidade. Ele precisa indicar a primeira e a segunda opção de curso a que deseja concorrer.

É preciso ter nota mínima?

Sim, algumas instituições estabelecem uma nota mínima para candidatos às suas vagas. O estudante precisa ficar atento porque algumas universidades definem pesos diferentes para cada área de conhecimento. Um curso de física, por exemplo, pode dar mais peso à nota de ciências da natureza.

Por isso, caso não tenha atingido a nota para determinada vaga, o sistema avisará que não é possível concluir o processo.

Qual a diferença de ampla concorrência e ações afirmativas?

As ações afirmativas estão garantidas pela lei federal prevê quatro tipos de cotas: alunos de escola pública; para alunos de escola pública que tenham renda familiar de até 1,5 salário mínimo; para alunos de escola pública que se declarem negros, pardos ou indígenas; e para alunos de escola pública que tenham renda familiar de até 1,5 salário mínimo e também se declarem negros, pardos ou índios.

O candidato deve optar, na inscrição, se deseja participar das vagas reservadas pela lei de cotas ou se concorrerá pelas demais.

Desta parcela de vagas reservadas a quem estudou em escola pública, metade é destinada àqueles com renda familiar bruta mensal por pessoa de até um salário mínimo e meio. Também há critérios de cor ou raça – para pretos, pardos e índigenas, de acordo com a parcela que representam na população na unidade da Federação onde a faculdade se encontra. O dado pode ser consultado no último Censo divulgado.

Algumas universidades podem, além das cotas, adotar um bônus como forma de ação afirmativa. Nesse caso, o estudante entra no grupo de ampla concorrência e sua nota recebe a bonificação estipulada pela instituição de ensino.

É essencial que o candidato que disputará vagas de cotas tenha a documentação que comprove o seu direito. Caso seja convocado e não mostre os papéis requisitados pela universidade, perderá a vaga.

Sempre vale a pena disputar vagas pela lei de cotas?

Não. É preciso verificar as notas de corte. Como elas variam de acordo com o desempenho dos inscritos para cada vaga, não é possível garantir que cotistas terão mais facilidade para ser aprovados do que os candidatos da ampla concorrência. Por isso, às vezes vale a pena “abrir mão” por uma nota de corte menor.

Minha nota no Enem será a mesma em todas as universidades?

Não necessariamente. Cada universidade pode atribuir pesos diferentes às disciplinas, ou seja, o mesmo candidato pode ter uma nota mais alta em uma universidade e mais baixa em outra. Esse cálculo da nota no Sisu tem como base espécies de “bonificações” que o sistema aplicará automaticamente sobre a nota obtida no Enem 2016.

O que é a nota de corte que aparece em cada curso?

Ao buscar cursos no sistema, o estudante encontra a nota de corte já calculada. Ela foi baseada no desempenho do último candidato que seria aprovado, de acordo com o número de vagas. Por exemplo: em um curso que oferece 30 vagas, a nota de corte será a nota do 30º candidato com melhor desempenho, dentre os que se inscreveram nesta opção.

Essa nota de corte é dinâmica e varia de acordo com a procura pelos cursos. O MEC reforça que as notas de corte são apenas uma referência para auxiliar o estudante no processo de escolha de cursos. Mesmo estando acima da nota mínima, pode ocorrer que o candidato não seja aprovado porque o sistema é dinâmico e recebe novas inscrições ao longo do dia.

Como escolher a primeira e a segunda opção de curso?

A primeira opção deve ser o que o candidato prefere cursar. A segunda opção deve ser o que aceitaria estudar, mas não consiga a primeira opção.

Isso porque, caso o candidato seja aprovado tanto na primeira quanto na segunda opção, ele não poderá fazer a escolha: só terá como se matricular naquele curso que foi indicado em primeiro lugar. Por isso, é importante realmente colocar em primeiro o que for mais desejado.

Caso a pessoa só seja aprovada na segunda opção, ela pode continuar concorrendo por uma vaga no curso indicado como prioritário.

Se o candidato não for aprovado em nenhuma das duas opções, ele só poderá concorrer a vagas na reclassificação relativas ao primeiro curso indicado.

Tanto na primeira quanto na segunda opção, o candidato deve tentar fazer uma escolha consciente e apontar cursos em que realmente tenha chance de ser aprovado. Uma forma de se guiar nesse momento é examinar as notas de corte parciais divulgadas no Sisu. Caso sejam muito distantes daquela alcançada pelo estudante, a chance de ser convocado diminui – ou seja, não compensa “gastar” sua inscrição em algo que parece tão distante.

Como usar a ‘classificação parcial’?

Após escolher o curso, o sistema exibe a chamada “classificação parcial”. Ela funciona como uma referência que auxilia o candidato a entender se tem ou não chances de ser aprovado. Ele pode estar, por exemplo, em 38º em um curso de 30 vagas. Ou seja: 8 pessoas precisam mudar suas escolhas para que ele consiga a vaga na primeira chamada (ou que oito não se matriculem e ele tenha manifestado interesse na lista de espera).

Quando sai o resultado?

O Sisu divulgará a única lista de aprovados no dia 30 de janeiro. As matrículas serão feitas entre os dias 3 e 7 de fevereiro.

Como funcionam as listas de espera?

Caso estudantes convocados na lista do Sisu não façam a matrícula ou desistam posteriormente dela, podem abrir novas vagas no curso. Elas serão disputadas pelos candidatos que indicaram aquele curso como primeira opção no sistema.

Para concorrer a uma dessas vagas, o estudante deve manifestar interesse em participar do processo seletivo. Entre os dias 30 de janeiro e 10 de fevereiro, precisam entrar no portal do Sisu para formalizar o pedido.

Caso haja vagas, a convocação será feita pelas próprias universidades, a partir de 16 de fevereiro – não mais pelo portal. Cabe a cada candidato ficar atento ao calendário da faculdade pretendida.

Terei nova chance no segundo semestre?

Haverá uma segunda edição do Sisu ainda em 2017, que tomará como base as mesmas notas do Enem 2016. Todos os que fizeram o exame e não zeraram a redação podem participar novamente do processo, mesmo que já estejam matriculados em alguma universidade.

É importante verificar nos editais dos cursos se haverá oferta de vagas para o segundo semestre. Alguns são anuais e só abrem processos seletivos uma vez ao ano.

O que fazer em caso de problemas técnicos?

Se o candidato tiver dificuldades para fazer a inscrição, deve ligar para o 0800-616161. É comum que o problema esteja no computador usado pelo estudante. Vale a pena tentar em outras máquinas ou mudar o navegador do computador.

É recomendado não deixar para fazer a inscrição em cima da hora: problemas técnicos podem acontecer no site do Sisu e o candidato passará a correr o risco de perder a oportunidade de concorrer. (G1)

Agência do Trabalho divulga vagas de emprego para Salgueiro

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Foram divulgadas nesta segunda-feira (23), as vagas de emprego disponíveis para a cidade de Salgueiro,  no Sertão de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco e atualizadas semanalmente no Jornal Desafio Online. As vagas estão sujeitas a alterações ao decorrer do dia.

Maiores informações (87) 3871-8467. Confira as especificidades dos cargos abaixo.

vagas de emprego

Mulher fica ferida em acidente entre van e carro na BR-232, no Agreste de PE

Carro colidiu transversalmente com uma van após tentar cruzar a rodovia em Bezerros (Foto: Divulgação/Polícia Rodoviária Federal)

 

 

 

Um acidente deixou uma mulher de 28 anos ferida na madrugada desta segunda-feira (23) na BR-232 em Bezerros, no Agreste de Pernambuco. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, um carro colidiu transversalmente com uma van após tentar cruzar a rodovia.

Ainda segundo a PRF, o motorista do carro se recusou a fazer o teste do bafômetro e foi autuado. A mulher foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levada para um hospital em Bezerros. (G1)

Dengue, zika e chikungunya provocaram 794 mortes em 2016, segundo boletim

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A soma de mortes por dengue, zika e chikungunya no Brasil em 2016, até o dia 24 de dezembro, chegou a 794: 629 por dengue, 159 por chikungunya e 6 por zika. No mesmo período de 2015, as três doenças haviam provocado 1.001 mortes: 984 por dengue, 14 por chikungunya e 3 por zika.

Até 24 de dezembro de 2016, o Brasil registrou 1.976.029 casos prováveis das três doenças, todas transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti: 1.496.282 de dengue, 265.554 de chikungunya e 214.193 de zika. Os dados são do novo boletim epidemiológico publicado no site do Ministério da Saúde.

Dengue

Mesmo antes da compilação dos casos da última semana do ano, o número de casos de dengue registrado em 2016 já é o segundo mais alto desde 1990, quando os dados começaram a ser registrados no Brasil. E se aproxima do ano recordista, que foi 2015, quando houve 1.649.008 casos.

A incidência em 2016 foi de 731,9 casos por 100 mil habitantes. A região com a maior incidência foi o Centro-Oeste, com 1.313,8 casos por 100 mil, seguida do Sudeste, com 999,5 casos por 100 mil.

Chikungunya

Os 265.554 casos de chikungunya registrados em 2016 representam um aumento de 589,7% em relação aos 38.499 casos registrados em 2015. O vírus foi identificado pela primeira vez no Brasil em 2014. O número de mortes pela doença aumentou em 1.035% de 2015 para 2016: de 14 para 159.

A incidência de chikungunya no país em 2016 foi de 129,9 casos por 100 mil habitantes. A região com maior incidência foi o Nordeste, com 407,7 casos por 100 mil habitantes.

Zika

A zika foi identificada no Brasil pela primeira vez em abril de 2015 e os casos só passaram a ser notificados a partir do final do ano, por isso não é possível comparar os dados de 2016 com os de anos anteriores.

 Em 2016, os 214.193 casos registrados no país representaram uma incidência de 104,8 casos por 100 mil habitantes. A região Centro-Oeste teve a maior incidência do país?: 219,2 casos por 100 mil habitantes. (G1)

Mosquito ‘tímido’ traz a febre amarela

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Vistos como vilões no recente surto de febre amarela que atinge o País, os mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes, principais transmissores da versão silvestre da doença, também têm um lado “mocinho”. Acostumados a viver nas copas das árvores e a botar seus ovos em criadouros naturais, sua presença em determinada área costuma indicar grande preservação ambiental. São ainda considerados “tímidos”, pela “pouca agressividade” com que atacam seus alvos, e belos, por causa de sua coloração cintilante.

“Tanto o Haemagogus quanto o Sabethes são indicadores de qualidade ambiental porque precisam de locais com grande cobertura vegetal e presença de primatas, o que pressupõe uma área bem preservada”, afirma Joaquim Pinto Nunes Neto, pesquisador em saúde pública do Instituto Evandro Chagas. “Esses mosquitos dificilmente vão sobreviver em cidades. Temos dificuldades de criá-los em laboratório, por exemplo. É diferente do Aedes, que a gente brinca que é igual cachorro de invasão: se adapta a qualquer ambiente”, diz o especialista.

As fêmeas dos mosquitos desses gêneros costumam depositar seus ovos em buracos e ocos de árvores ou em orifícios de bambus. A água necessária para a eclosão do ovo deve ser limpa, mas pode conter matéria orgânica, como restos de folhas. “De modo semelhante aos mosquitos do gênero Aedes, seus ovos são depositados nas superfícies laterais dos criadouros naturais, próximos da superfície aquática. Por ocasião das chuvas, os ovos entram em contato com a água e eclodem”, diz Antônio Ralph Medeiros de Sousa, biólogo e doutorando da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP).

Depois de dois dias de maturação dos ovos, bastam dez minutos de contato com a água para que se transformem em larvas. A partir daí, são necessários cerca de sete dias para que a larva se desenvolva, passe pela etapa de pupa e finalmente atinja a idade adulta, que dura, em média, um mês. Para que o mosquito passe a transmitir a doença, porém, ele precisa picar um animal doente.

Embora a água seja fundamental para a reprodução desses mosquitos, períodos de seca não impedem a continuidade dessas espécies. Os ovos podem resistir até um ano em ambiente seco. E a fêmea pode botar até 80 ovos em cada ciclo reprodutivo.

Timidez

No comportamento, os Haemagogus e Sabethes não são daqueles insetos chatos que se aproximam mesmo em meio a tentativas de palmadas. “São mosquitos mais tímidos, que se aproximam devagar, demoram para pousar”, diz Renato Pereira de Souza, pesquisador científico e diretor do Núcleo de Doenças de Transmissão Vetorial do Instituto Adolfo Lutz.

A timidez, porém, pode ser uma armadilha para as vítimas do mosquito, que não costumam notar quando são picadas. “Eles têm hábitos diurnos, e preferem picar no período mais quente do dia, entre as 10 horas e as 15 horas, quando geralmente os animais estão descansando ou menos ativos”, explica o especialista.

Os macacos são o principal alvo das picadas. Não por acaso, as mortes desses primatas por febre amarela são um dos primeiros sinais de alerta aos órgãos de vigilância sobre a circulação do vírus em determinada região. “Os hábitos desses mosquitos estão muito relacionados ao seu principal alvo. Os mosquitos vivem nas copas das árvores porque é lá que ficam os macacos, e picam mais as extremidades dos dedos dos pés e das mãos e a região do rosto porque são as áreas onde os macacos não têm pelos”, afirma Nunes Neto.

Há apenas uma espécie, a Haemagogus leucocelaenus, comum em matas do Sul e Sudeste do País, que prefere áreas mais próximas do solo, em vez das copas das árvores. “Mesmo os que ficam nas copas também podem descer para perto do solo. É nessa situação que o homem acaba infectado acidentalmente, quando está em uma área rural ou de floresta”, explica Souza, do Adolfo Lutz.

Entre os macacos, as maiores vítimas da febre amarela são os bugios, mas há registros de infecção também em macacos-prego e saguis.

No Brasil, além do Haemagogus leucocelaenus, as principais espécies transmissoras da febre amarela silvestre são Haemagogus janthinomys, Sabethes chloropterus, Sabethes cyaneus e Sabethes glaucodaemon. Em ambiente urbano, o Aedes aegypti é o principal vetor da doença, mas não há registro de circulação do vírus em cidades desde 1942.”

 

Do Estado de São Paulo

Policiais do GATI apreenderam extintor roubado em Serra Talhada

 

 

 

Na madrugada desta segunda-feira (23), por volta de 01h30, Policiais Militares do GATI/14ºBPM, prenderem dois homens por haver furtado um extintor de uma residência na Av. Olindo Menezes Leal, no bairro Caxixola, em Serra Talhada, no Serão do Pajeú.

Segundo a Policia Militar, os efetivo foi acionado pela vítima, dando as características dos suspeitos. O PMs realizaram diligências e conseguiram localizar e prender as pessoas de J.L.S., 43 anos e e E.L.P., 56 anos, ambos moradores de rua, com  os suspeitos foi apreendido o extintor, produto do roubo.

Diante do exposto, os suspeitos e o material apreendido foram conduzidos e entregues na DPC de Serra Talhada, para as medidas de praxe.

 

Via Nayn Neto

Trabalhadores já podem se inscrever no Chapéu de Palha no Sertão de PE

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Começaram as inscrições para o programa Chapéu de Palha 2017 da fruticultura no Sertão de Pernambuco. São 14 polos de inscrição distribuídos nos municípios de Belém do São Francisco, Cabrobó, Lagoa Grande, Orocó, Petrolina, Santa Maria da Boa Vista e Petrolândia. As inscrições seguem até o dia 27 de janeiro.

O benefício é voltado a auxiliares de câmara fria e de casa de embalagem, embaladores, tratoristas e trabalhadores da fruticultura irrigada do Vale do São Francisco. É preciso  maior de 18 anos e ter trabalhado com registro em carteira pelo período mínimo de 30 dias corridos entre 1º de junho e 31 de dezembro de 2016. Também é necessário ser morador de um dos sete municípios contemplados no programa.

Para se cadastrar, basta levar os originais e as cópias dos seguintes documentos: CPF, carteira de identidade, comprovante de residência, número do PIS ou NIS (cartão cidadão ou Bolsa Família), Carteira de Trabalho e contrato de trabalho rescindido. No ato do cadastro, os participantes recebem o cartão de frequência. Quem já possuir este documento, por ter participado do programa em anos anteriores, deve apresentá-lo no momento do cadastramento.

De acordo com o gerente geral de Articulação Institucional da Secretaria de Planejamento e Gestão e coordenador do programa, Humberto Vianna, é importante levar a documentação completa. “O trabalhador precisa levar a documentação exigida para que a inscrição possa ser concretizada em primeiro momento, para não restar nenhuma pendência. O trabalhador cadastrado, e se for aprovado, vai ter um benefício na entressafra. A primeira parcela sai em 30 dias após o cadastramento”.

Segundo Humberto, o trabalhador que possui o Bolsa Família vai receber o valor de R$100. Já para aqueles que não recebem esse benefíco, o Chapéu de Palha fica no valor de R$$ 232,50. “Após o cadastro, oferecemos cursos técnicos e ele é incentivado a ter uma preparação. É uma exigência do programa e é importante que o trabalhador participe. As capacitações são feitas no local da inscrição. São mais de 20 cursos e cada beneficiário pode fazer a opção do curso de acordo com o seu perfil”, explica.

Este é o 11º ano consecutivo do Programa Chapéu de Palha desde que foi reeditado, em 2007. Em 2015 e 2016, o Chapéu de Palha da Fruticultura Irrigada beneficiou mais de 20 mil trabalhadores e trabalhadoras. Outras informações sobre os locais de cadastro pelo telefone 0800.282.5158.

Confira abaixo os polos de inscrição:

Polo 01 – Centro de Convenções (Petrolina)

Av. 31 de Março, S/N, Centro

Polo 02 – Bebedouro – Escola Estadual Antonio Nunes dos Santos (Petrolina)

Av. Principal, s/n, N S 01

Polo 03 – Maria Tereza – Escola Municipal José Esmerindo Ribeiro (Petrolina)

Av. Principal, S/N, Vila – Km 25

Polo 04 – Agrovila Massangano – Escola Estadual Manoel Messias Barbosa (Petrolina)

Av. Principal, S/N

Polo 05 – N-04 – Escola Estadual Manoel Alves Nogueira (Petrolina)

Rua B, S/N, Projeto Senador Nilo Coelho

Polo 06 – N-1O – Escola Estadual Poeta Carlos Drummond de Andrade (Petrolina)

Av. Principal, S/N, Projeto Senador Nilo Coelho

Polo 07 – Tapera – Escola Félix Manoel dos Santos (Petrolina)

Av. Principal, S/N, Estrada da Tapera

Polo 08 – Escola Estadual Santa Maria – Lagoa Grande

Rua dos Estudantes, 188 – Centro

Polo 09 – Escola de Referência em Ensino Médio Dom Helder Câmara – Lagoa Grande / Vermelhos

Av. Principal, S/N – Vermelhos

Polo 10 – Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Belém do São Francisco

Av. Cel. Jerônimo Pires, 1124 – Centro

Polo 11 – Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santa Maria da Boa Vista

Rua Joaquim Nabuco, 229 – Centro

Polo 12 – STR Petrolândia

Rua Dantas Barreto, 109 – Centro

Polo 13 – STR Cabrobó

Av. Presidente Castelo Branco, 558 – Centro

Polo 14 –  STR Orocó

Av. Prof. Ulisses Novaes Dione, 56 – Centro

Jovem morre ao ser arremessado de moto após colisão na BR-423 em PE

Parte da moto ficou destruída após a colisão na BR-423 (Foto: Divulgação/PRF)

 

 

 

Um jovem de 23 anos morreu ao ser arremessado de uma moto após colidir em um carro na BR-423 em Lajedo, Agreste de Pernambuco. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a vítima invadiu a faixa contrária do km 65 da rodovia e colidiu no outro veículo. O acidente ocorreu na noite do último sábado (21).

Ainda segundo a PRF, o motociclista morreu no local e o condutor do carro não foi localizado. A polícia não soube informar se o jovem estava com o capacete. O corpo dele foi encaminhado para o Instituto de Medicina Legal (IML) de Caruaru.

“De acordo com informações de testemunhas, um caminhão [também] estaria envolvido no acidente”, informou o inspetor da PRF, Cristiano Mendonça. (G1)