Juiz manda libertar três últimos presos temporários da Operação Carne Fraca

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O juiz federal Marcos Josegrei da Silva determinou a soltura de três presos na Operação Carne Fraca, da Polícia Federal. A decisão do juiz, que é responsável pela operação, foi tomada no último sábado (25). Ele determinou a soltura de Rafael Nojiri Gonçalves, Antônio Garcez da Luz e Brandízio Dario Júnior.

Os três eram os últimos que ainda estavam presos temporariamente, uma vez que o magistrado havia prorrogado a custódia deles por mais cinco dias. No dia 22, o juiz já havia determinado a liberação de outros oito presos temporários. Ainda estão presas preventivamente 25 pessoas, que não têm prazo para deixar a prisão. Também há um empresário considerado foragido, Nilson Alves Ribeiro.

Deflagrada pela Polícia Federal (PF), no último dia 17, a Operação Carne Fraca apura corrupção na Superintendência Federal de Agricultura no Estado do Paraná (SFA/PR) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. No rol de empresas investigadas pela Polícia Federal estão a JBS, dona das marcas Seara e da Big Frango; a BRF, controladora da Sadia e da Perdigão; e os frigoríficos Larissa, Peccin e Souza Ramos.

A PF investiga o pagamento de propinas a fiscais federais agropecuários e agentes de inspeção em razão da comercialização de certificados sanitários e aproveitamento de carne estragada para produção de gêneros alimentícios.

Segundo a PF, os fiscais investigados na operação recebiam propina das empresas para emitir certificados sanitários sem fiscalização efetiva da carne e que o esquema permitia que produtos com prazo de validade vencido e com composição adulterada chegassem a ser comercializados. De acordo com a operação, eram usadas substâncias para “maquiar” a carne vencida.

Ao todo, foram expedidos 27 mandados judiciais de prisão preventiva, 11 de prisão temporária, 77 de condução coercitiva e 194 de busca e apreensão. Ao todo, 21 frigoríficos são investigados na operação. Além disso, o Ministério da Agricultura afastou 33 fiscais de suas atividades.

 

Do Blog da Folha

Governadores do Nordeste vão debater reforma da Previdência

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Após ser pego de surpresa com a decisão do presidente Michel Temer (PMDB) de repassar parte da reforma previdenciária para os Estados, o Gover­­­­nador Paulo Câmara (PSB) se prepa­­­­ra para discutir o projeto com chefes do Executivo estadual de todo o País. O gestor chegou a externar, publicamente, que faltava diálogo no debate sobre os pontos da reforma que tramita no Congresso Nacional. A expectativa, a partir de agora, é ampliar o diálogo.
Os gestores do Nordeste planejam uma reunião no começo de abril. Os administradores estaduais de todo o País deverão se encontrar, em Brasília, para debater o impacto da proposta nos Estados. Segundo o gestor, a reforma chegou em um ponto onde foram envolvidas muitas controvérsias e é preciso repensar as mudanças.
“É preciso ver o que vai acontecer, a reforma está em um momento que precisa da reavaliação de tudo. É uma reforma que abrange todas as pessoas. Não é uma coisa que possamos fazer só pensando no imediato, vai exigir de cada um de nós um diálogo. É preciso definir qual o formato disso e nós estamos junto com os governadores buscando encontros, justamente, para discutir isso tanto no âmbito do Nordeste como também em nível nacional”, relatou, após o terceiro seminário do programa Pernambuco em Ação, em Arcoverde, no Sertão do Moxotó, no último sábado.
Paulo Câmara defendeu um olhar especial para pontos polêmicos como a aposentadoria dos trabalhadores rurais, idade mínima para pensionistas receberem o benefício e as regras de transição.
O gestor garantiu que, caso a reforma seja repassada para os Estados, serão respeitados o direito adquirido e com regras de transição longas. “É preciso ver o que vai ser passado porque não podemos legislar sobre nada dos municípios e estados de reforma. Caso for passado para os Estados e se Congresso Nacional autorizar, vou fazer o que precisa ser feito, garantindo direitos, garantindo uma transição que seja feita por anos e não apenas de curto prazo. Vamos garantir a sustentabilidade de cada um, sem pressa, olhando para cada um, dialogando muito”, afirmou.
A decisão do Governo Federal de retirar os servidores estaduais e municipais causou controvérsia, inclusive, nos bastidores do próprio Palácio do Planalto. Isso porque a proposta esbarra na Constituição Federal. A Carta Magna estabelece que apenas a União possui competência de legislar sobre regra geral de previdência de servidores públicos. Caberia aos Estados legislar somente sobre especificidades como alíquota de contribuição.
Do Blog da Folha

Agricultor é assassinado com golpe de faca em Santa Cruz da Baixa Verde

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Na manhã desse domingo (26), um agricultor de 53 anos foi assassinado com golpe de faca, no Sítio das Esperanças, Zona Rural do município de Santa Cruz da Baixa Verde, no Sertão do Pajeú.

Segundo a Policia Militar, a vítima foi identificada como João dos Santos Lima, conhecido como “João Vaqueiro”, 53 anos, viúvo, agricultor. O mesmo foi atingido, fatalmente, na região do pescoço, por um golpe de faca peixeira. Não se sabe que foi o autor do crime. Populares relataram aos policiais que a vítima não possuía inimizades, porém havia recebido uma indenização do INSS e que possivelmente o algoz que assassinou “João Vaqueiro” estava à procura de dinheiro.

 

Via Nayn Neto

Bombeiros procuram por homem desaparecido no Rio São Francisco

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O Corpo de Bombeiros de Petrolina, no Sertão de Pernambuco, está a procura de um homem que se afogou no final da tarde desse domingo (26) no Rio São Francisco em Santa Maria da Boa Vista, também no Sertão do estado.

De acordo com os Bombeiros, ainda não há informações sobre o nome e idade do homem. Três mergulhadores estão no local fazendo as buscas. (G1)

Curso de Medicina da UPE Serra Talhada se destaca em avaliação nacional

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O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou, na última sexta-feira (24), o resultado de desempenho da primeira edição da Avaliação Nacional Seriada dos Estudantes de Medicina (Anasem).

A pontuação das provas realizadas no ano passado pode ser consultada por estudantes e coordenadores de curso. Todas as escolas de medicina participaram do exame. A nota faz parte da avaliação aplicada em 91% dessas instituições, que somam 233 cursos e 22.086 estudantes matriculados no 2º ano.

No Estado, o melhor curso de medicina aferido foi o da UPE, com pontuação 105,5, seguida da UPE Garanhuns (105) e da UPE Serra Talhada, com 104,9. O resultado da unidade sertaneja surpreendeu positivamente, por estar a cima da média nacional e estadual, além de bater cursos mais antigos e de instituições fortes como o da UFPE, UFPE Caruaru, Unicap e Univasf. O curso foi criado em 2013.

Campus atrasado: Coincidentemente, esta semana os alunos do curso protestou na vinda do governador Paulo Câmara. Eles cobraram celeridade na obra do campus da UPE. A empresa responsável pela obra fala em um atraso de quase R$ 1 milhão. O governador prometeu regularizar a questão.

Cerca de 91,2% dos estudantes de medicina encontram-se no nível de proficiência adequado; 6,9%, no básico; e 1,9%, no avançado. Quanto aos desempenhos agregados por Instituições de Educação Superior (IES), 98,71% apresentam média em nível adequado e 1,29%, no básico.

A avaliação também abarcou a coleta das impressões dos estudantes sobre a prova aplicada. Questionou-se, por exemplo, o grau de dificuldade da prova e 62,5% dos estudantes consideraram que o instrumento apresentou um grau médio de dificuldade, 32,3% difícil, 2,5% muito difícil, 2,5% fácil e 0,2% muito fácil.

Baseada na Teoria da Resposta ao Item, a Anasem envolveu as áreas que compõem o processo de formação do estudante ao longo do curso de graduação em Medicina. As medidas de proficiência são construídas a partir de conjuntos de habilidades, correspondentes às etapas intermediárias do perfil profissional, que permitem avaliar o valor agregado ao longo da formação de cada estudante de maneira seriada.

O objetivo da Anasem é avaliar os estudantes de graduação em medicina, do 2º, 4º e 6º anos, por meio de instrumentos e métodos que considerem os conhecimentos, as habilidades e as atitudes previstas nas Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Medicina.

A segunda edição da Anasem acontecerá no dia 18 de outubro e será aplicada para os estudantes matriculados no 2º ano dos cursos de Medicina.

 

Ministério Público mira 26 matadouros pernambucanos, Floresta e Carnaíba estão na lista

Matadouro

 

 

 

Um galpão no meio de um descampado é a primeira vista que os olhos alcançam do cenário de uma matança. Os urubus insistentes e o cheiro forte conduzido pelo vento são só os primeiros e incômodos sinais da irresponsabilidade que está prestes a se revelar. Por trás das paredes com pintura desgastada, carne bovina é manipulada sem que o mínimo de higiene pareça ter significado. Cães conformados com as vísceras que carregam na boca deitam-se sob a sombra.

Dois funcionários que persistem no local recolhem e guardam materiais que ainda serão usados mais duas vezes ao longo da semana. Em poucos dias, o curral estará cheio de gado novamente, o mesmo cuja carne chegará a mesas não muito distantes dali. A poucos metros dali, urubus sobrevoam o curral, já sem bois após uma madrugada de matança. Estão interessados nas carcaças de chifres e cabeças descartadas próximo ao matadouro.

Razoável seria se essa situação, encontrada no Matadouro Público de Jurema, no Agreste de Pernambuco, fosse uma exceção. Não é. Se o Brasil ficou chocado com os resultados da Operação Carne Fraca, da Polícia Federal, que investiga crimes que macularam a credibilidade da produção de frigoríficos grandes e donos de marcas conhecidas, por outro lado, parece negligenciar há décadas o que ocorre em abatedouros públicos em situação precária no Estado.

O de Jurema foi interditado pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE) um dia após a Folha de Pernambuco ir ao local. Pelos menos outros três tiveram as portas cerradas neste ano por condições precárias entre eles os de Floresta e Carnaíba, no Sertão, e São João, no Agreste. Outros 26 tiveram o pedido de fechamento feito por promotores. E nos últimos seis anos, 57 estabelecimentos do tipo foram interditados ou desativados por irregularidades semelhantes.

“Verificamos que muitos matadouros funcionam há anos gerando riscos ao meio ambiente e com ilegalidades em todo o processo sanitário, o que é um risco evidente à saúde do consumidor. Do jeito que está, não pode continuar”, avalia a promotora Liliane Fonseca, coordenadora do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça (Caop) de Defesa do Consumidor do MPPE.

Em parceria com promotorias municipais, a instituição desenvolve, desde 2011, o programa Carne de Primeira, que já resultou em 19 inquéritos civis e 24 ações civis públicas acerca de matadouros em situação irregular.

Normas 

Para funcionar de forma adequada, um matadouro deve atender normas não só relativas à qualidade da carne, mas ambientais e trabalhistas. O de Jurema parece padecer de boa parte dos males gerados pela falta de atenção a essas regras. A água residual do abate, imunda, corre por vários sulcos na terra. Cachorros defecaram próximo à porta do estabelecimento, perto de onde as carnes costumam ser manipuladas. Moscas estão presentes às dezenas, atraídas pela sujeira.

Com um misto de vergonha e resignação, um funcionário do matadouro resmunga: “É isso aqui que alimenta a boca de dez famílias”. Servidor público que é, não teme propriamente por si, mas pelas pessoas que, indiretamente, se beneficiam da atividade precária: negociadores de gado, vendedores e até mesmo pedintes em busca de sobras às terças, sextas e sábados, dias de matança dos bois.O matadouro foi interditado na última quarta-feira, um dia após a visita da reportagem da Folha de Pernambuco ao local.

Conforme a promotora de Justiça de Jurema, Mariana Cândido, o estabelecimento será alvo de uma reunião daqui a 15 dias para avaliar a adoção de medidas. Por enquanto, o abate passará a ser feito em Canhotinho.

“Um inquérito civil foi instaurado para apurar essa situação. Sabemos que a atividade de abate é naturalmente poluente e tem manutenção muito cara. Já era difícil e, com a crise, ficou ainda mais”, avaliou. Nenhum representante da prefeitura foi encontrado pela reportagem in loco ou por telefone.

O impasse das exigências

Uma placa afixada na entrada do Matadouro Municipal de Cupira,também no Agreste, indica que o local foi reformado há oito anos. As expectativas geradas pelo aviso são correspondidas em parte.

Dentro do prédio, um ambiente bem mais limpo afasta a repugnância causada pelas passagens anteriores por abatedouros em situação precária. Mas a presença de um gato por perto e o pouso insistente de moscas sobre a carne prestes a ser transportada para açougues só evidencia que, quando se fala em produção de carne bovina, responsabilidade pela metade não deveria ser admitida. Não à toa, se não passar por novas adequações, o local pode ser fechado em até três meses.

A deliberação foi tomada após uma fiscalização da Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária (Adagro), em janeiro, após acionada pelo MPPE. Entre as necessidades, estão a construção de passarelas que permitam o acesso dos funcionários ao curral sem contato direto com os animais e a aquisição de mais equipamentos de proteção individual. Serras para uso em diferentes partes da carcaça do animal também são exigidas pelas normas. Lá, só há uma para tudo.

Outra cobrança dos fiscais é a utilização de uma pistola pneumática durante a matança. O equipamento, com ar comprimido, deve ser disparado, de preferência uma só vez, sobre a parte frontal da cabeça do boi, desnorteando-o para “evitar” um sofrimento maior e um estresse antemorte.

Nesse processo, o animal é pendurado pelas patas traseiras, ainda inconsciente, e segue para a fase da sangria. A vida se esvai quando é feito um corte na carótida e da jugular do bovino. Em Cupira, Jurema e boa parte dos matadouros do Interior, porém, o abate é feito de um modo ainda mais cruel: o boi é tombado e recebe marretadas na cabeça. Quando dá o último suspiro, geralmente, está com o crânio esfacelado e os olhos esbugalhados.

Em Cupira, todas as terças e sextas-feiras, cerca de cem bois são abatidos e abastecem mercados e feiras da própria cidade, além de Agrestina e Panelas, na mesma região. “Ninguém nunca teve problema com a carne. Para o nosso padrão, ninguém reclama”, ameniza o diretor do matadouro, Gustavo Danilo. O secretário municipal de Agricultura, Edson Calado, completa com uma dose de pragmatismo: a prefeitura não tem condição de adequar o estabelecimento às condições exigidas. “Só a pistola custa R$ 30 mil, a cadeira também é algo complicado. Fazer essas adaptações, que vão custar mais de R$ 800 mil, é muito pesado para cidades como a nossa”, declara.

Concorrência

A situação precária de alguns matadouros, além de expor os riscos da carne produzida em várias regiões do Interior do Estado, revela um problema de viabilidade econômica. Como manter o equilíbrio financeiro e investir em estabelecimentos que sofrem a concorrência de cidades vizinhas?

Em Jurema, por exemplo, segundo funcionários, cerca de dez bovinos são abatidos em cada um dos três dias de matança. No restante da semana, as instalações e os funcionários ficam ociosos.

A apenas 36 quilômetros dali, há outro matadouro em atividade. “O número de abates não justifica cada município ter um abatedouro. Não conseguem se manter, o custo é alto, e acabam funcionando de forma irregular, sem que saibamos a procedência da carne, tampouco como ocorre seu transporte e armazenamento”, afirma a promotora Liliane Fonseca, do Caop de Defesa do Consumidor.

O que parece ser consenso entre MPPE, prefeituras e Governo do Estado para solucionar as precariedades desses estabelecimentos é a instalação de matadouros regionais. Grupos de municípios formariam consórcios para investir em locais que atendessem, conjuntamente, às necessidades de produção de carne de uma população maior.

É o caso de Cupira, Panelas, Lagoa dos Gatos e Agrestina, próximas entre si. “É uma tendência acabar com os matadouros municipais. É uma ideia interessante, porque investir quase R$ 1 milhão para adequar o nosso matadouro, que tem uma estrutura antiga, e não ter retorno econômico, é algo bastante complicado”, explica o secretário de Agricultura de Cupira, Edson Calado.

Prefeito de Barra de Guabiraba, também no Agreste, Wilson Madeiro viu o matadouro da cidade ser alvo de uma fiscalização há poucos dias. O desfecho não foi diferente dos de regiões vizinhas: o estabelecimento terá que ser fechado em até 20 dias. Como solução, o gestor defende algo parecido à cobrança pelo cumprimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos, que, apesar dos atrasos, vem gerando ações compartilhadas entre municípios para dar fim a lixões e destinar produtos descartados de forma correta.

“Vencer esses desafios exige ações cooperadas. Se sobrar só para cada município, não se está preparado para adquirir verba e construir [um matadouro], muito menos num tempo curto”, conclui.

 

Da Folha de Pernambuco

Polícia prende suspeitos de praticar triplo homicídio em Caruaru

Coletiva triplo homicídio (Foto: Ana Rebeca Passos/TVAsaBranca)

 

 

 

 

A Polícia Civil confirmou em entrevista coletiva realizada no fim da tarde desse sábado (25) que três suspeitos são responsáveis de praticar o triplo homicídio em Lagoa do Paulista, zona rural de Caruaru, no Agreste de Pernambuco.

De acordo com informações repassadas pelos policiais, um dos suspeitos tem 17 anos e será encaminhado para a Funase. Os outros envolvidos têm 19 anos e 23 anos e estão presos temporariamente. A motivação do crime foi realmente o latrocínio, roubo seguido de morte, de acordo com o que foi passado pela Polícia.

“Todos confessaram a prática do crime. O crime foi elucidado e conseguimos prender todos os envolvidos”, disse o delegado Luiz Bernardo, que junto ao delegado Francisco Souto Maior e o delegado chefe da Delegacia de Homicídios, Bruno Vital, ficaram responsáveis pela investigação.

Os três são de Caruaru, mas foram presos em locais diferentes. Um estava na cidade, outro em Ribeirão, na Mata Sul e o terceiro no município de Panelas, no Agreste. A coordenadora da Delegacia de Homicídios, delegada Pollyana Farias destacou a importância da parceria com o Disque-Denúncia para elucidar o crime. “Todas as informações enviadas foram analisadas e a parceria foi fundamental, como ocorreu com outros casos”, disse.

A Polícia não informou mais detalhes do crime, mas disse que em breve uma reconstituição será feita, para explicar os detalhes do triplo homicídio e os motivos do assassinato das três pessoas. Também numa nova coletiva de imprensa, os policiais vão informar quem cometeu os disparos e como foi planejada a ação dos suspeitos. (G1)

Inscrições para concurso do Corpo de Bombeiros de Pernambuco terminam neste domingo (26)

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Terminam neste domingo (26) as inscrições para o concurso público para soldado do Corpo de Bombeiros de Pernambuco. Ao todo, são 300 vagas previstas no edital do certame, com salário inicial de R$ 2.319,88 ao término do curso de formação.

As inscrições acontecem exclusivamente pela página da Comissão de Concursos da Universidade de Pernambuco, organizadora do concurso. A taxa de inscrição custa R$ 129,60 e deve ser paga até a segunda-feira (27).

A seleção pública terá validade de dois anos, a contar da data da primeira homologação do seu resultado final. O prazo final do concurso para bombeiro poderá ser prorrogado uma vez por igual período.

Das 300 vagas oferecidas, 5% serão reservadas para pessoas com deficiência, em conformidade com as legislações em vigor. O candidato que desejar concorrer às vagas reservadas para a cota deverá, no ato de inscrição, declarar a sua condição, a espécie e o grau de deficiência, sob pena de não concorrer às vagas reservadas. Todos os candidatos devem possuir escolaridade de ensino médio completo.

Salário

O aluno do Curso de Formação e Habilitação de Praças recebe, durante o período de curso, a ‘Bolsa-Auxílio de Formação Profissional’ no valor de R$ 970,42. O concluinte do Curso de Formação e Habilitação de Praças, quando nomeado Militar do Estado na graduação de Soldado Bombeiro Militar,vai receber como soldo R$ 2.319,88.

O regime jurídico de trabalho, após a posse no cargo de Soldado Bombeiro Militar, será o estatutário, em conformidade com as normas contidas na Lei Estadual nº 6.783, de 16 de outubro de 1974.

Etapas

O concurso terá duas etapas. A primeira é subdividida em quatro fases: prova de conhecimentos gerais, com 80 questões, teste de aptidão física, avaliação psicológoica e avaliação médica.

Os testes de conhecimentos gerais e a redação serão aplicados em 28 de maio deste ano. O resultado dos testes sairá em 22 de junho. As provas de aptidão física terão vários exercícios que deverão ser cumpridos pelos candidatos, em caráter eliminatório. São eles: flexão de braços na Barra Fixa, natação de 50 metros, corrida de 50 metros, salto horizontal estático, flexão do abdômen e Corrida de 2.400 metros.

A segunda etapa é o curso de formação de habilitação de praças, a ser ministrado pela Secretaria de Defesa Social (SDS). O treinamento terá duração de seis meses. As datas de divulgação do resultado final e de convocação para o curso de formação ainda serão definidas. (G1)

Em Salgueiro, Casa da Cultura está fechada há três meses

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A Casa da Cultura do município de Salgueiro, no Sertão de Pernambuco, está fechada há cerca de três meses. O espaço era utilizado para promover eventos, como exposições, apresentações culturais, entre outas atividades. O problema é que muitas pessoas que usavam a Casa da Cultura, tiveram que buscar alternativas com o local fechado.

O cenário atual do patrimônio histórico de Salgueiro é de portas fechadas para o público. Para quem trabalha por perto e sempre via uma grande movimentação de pessoas todos os dias isso é muito ruim. “Não tem movimento nenhum. O que tem já é fraco. Agora com a Casa da Cultura sem ter movimento a rua fica um pouco esquisita”, disse a vendedora Tânia Silva.

A Casa servia para encontros de artistas e grupos culturais, como o de Capoeira Muzenza, que trabalha com a ressocialização de jovens. Atualmenteeles treinam na praça no bairro do Prado, um local inadequado para a prática do esporte, segundo o professor de Capoeira, Francisco Gomes. “Agora temos que treinar neste piso enfrentando dificuldades. Arrancando a cabeça do dedo. Isso atrapalha o treino”, disse.

A Casa da Cultura existe aqui em Salgueiro desde 1990. Em 2009, o prédio foi fechado por problemas na estrutura e precisou passar por uma longa reforma. Em 2015 ela foi reaberta novamente, mas este ano, mais uma vez teve que fechar as portas.

Mas de acordo com o prefeito do município, Clebel Cordeiro, o espaço vai voltar a funcionar no dia 28 deste mês. “A cultura precisa funcionar. Não adianta ter a Casa da Cultura e ela não funcionar. Então o nosso interesse é que ela possa funcionar mostrando a cultura para o povo de Salgueiro e toda região”, declarou o prefeito.

 

Do G1