Eduardo Cunha é preso em Brasília por decisão de Sérgio Moro

Resultado de imagem para Eduardo Cunha é preso em Brasília por decisão de Sérgio Moro

 

 

 

O juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância da Justiça, determinou na terça-feira (18) a prisão do ex-presidente da Câmara e deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O pedido é de previsão preventiva, ou seja por tempo indeterminado.

Ele foi preso em Brasília nesta quarta (19), no apartamento dele, segundo a Globo News. A previsão da Polícia Federal (PF) é de que ele chegue a Curitiba no fim desta tarde.

O peemedebista perdeu o mandato de deputado federal em setembro, após ser cassado pelo plenário da Câmara. Com isso, ele perdeu o foro privilegiado, que é o direito de ser processado e julgado no Supremo Tribunal Federal (STF).

Processo
Moro retomou na quinta-feira (13) o processo que corria no Supremo Tribunal Federal (STF) contra Cunha. Em resumo, a ação penal trata da existência de contas na Suíça em nome do ex-parlamentar.

Como o STF já havia aceitado a denúncia, Moro apenas vai continuar o julgamento do caso, a partir de onde o processo parou na Suprema Corte.

O processo foi transferido para a 13ª Vara da Justiça Federal no Paraná após Cunha perder o mandato de deputado federal.

Junto com o cargo, ele também perdeu o direito à prerrogativa de foro – o chamado foro privilegiado, que lhe garantia a possibilidade de ser julgado apenas pelo STF.

Agora, toda a ação penal contra o ex-deputado deverá correr nos trâmites normais do Judiciário para qualquer cidadão. Isso significa que o julgamento contra Cunha poderá passar por todas as instâncias até que seja definida uma condenação.

No despacho em que recebeu a denúncia, Moro fez questão de lembrar que o MPF retirou a acusação de crime eleitoral contra Eduardo Cunha. O motivo, segundo o juiz, foi o fato de que a Justiça Federal não poderia julgar crimes eleitorais. Isso cabe apenas à Justiça Eleitoral.

Cláudia Cruz, mulher de Cunha, já responde por lavagem de dinheiro e evasão de divisas na Justiça Federal do Paraná. De acordo com as investigações, Cláudia Cruz foi favorecida, por meio de contas na Suíça, de parte de valores de propina de cerca de US$ 1,5 milhão recebida pelo marido.

Cunha (Foto: Reprodução)

Fonte: G1

Reforma da Previdência também atingirá classe política, diz Temer

Resultado de imagem para Reforma da Previdência também atingirá classe política, diz Temer

 

 

 

O presidente Michel Temer afirmou que a reforma da Previdência atingirá todos os setores de forma equânime, inclusive a classe política. Hoje, os parlamentares têm um regime próprio de previdência, por exemplo. O presidente não soube dizer, no entanto, como será o funcionamento, pois só recebeu um esboço breve sobre o assunto. Ele ainda esclareceu que a reforma também será enviada ao Congresso na forma de Projeto de Emenda à Constituição.

“Recebi um primeiro esboço da reforma e olharei mais atentamente após a viagem à Índia e ao Japão, mas vai ser geral, vai atingir a todos, evidentemente vamos fazer uma coisa equânime, não vai ter distinção de setores. Por exemplo, não vai ter diferença entre a previdência geral e a de funcionários públicos. Esse é um ponto que já está definido”, disse em entrevista à rádio CBN nesta terça-feira.

 No caso dos militares, que também têm um regime especial de previdência, o presidente reforçou que ainda não sabe como vai funcionar, mas lembrou que a categoria sempre teve tratamento diferenciado em função das peculiaridades da carreira.

Temer reconheceu que a discussão sobre as mudanças na aposentadoria será mais “polemizada”, mas disse que o governo fará ainda mais reuniões do que fez para debater a PEC do Teto, porque tem consciência de que, se nada for feito, “daqui a alguns anos, não vai haver dinheiro para pagar a aposentadoria.”

O presidente ainda disse que espera a resistência de alguns setores da sociedade sobre as mudanças na previdência, mas disse que o governo vai enfrentá-la. E reforçou que vai conversar com as centrais sindicais, empresários e parlamentares sobre o assunto. “Qualquer acréscimo na previdência vai ter resistência, mas faz parte e vamos enfrentar. Meu lema é o diálogo”

Temer disse que os governadores o procuraram em função de um movimento nacional para aumentar a contribuição previdenciária de 11% para 14%. Ele pediu para que eles se reúnam para decidir o tema e depois retornem para discutir o assunto, que pode ser alterado por meio de projeto de lei.

Sacrifícios. Temer afirmou que a aprovação da PEC 241 em primeiro turno ontem por um placar expressivo “tem gerado uma credibilidade cada vez maior na nossa economia”, mas destacou que ainda serão feitos sacrifícios pelo governo e cidadãos. “Não foram poucas as manifestações de natureza nacional e internacional para revelar que o Brasil é um país sério, que leva a sério as contas públicas”, afirmou.

“Se haverá sacrifícios? É possível, uma ou outra coisa, mas em que todos colaboraremos”, completou.

O presidente disse que está “realmente trabalhando” para reunificar o país e voltou a falar sobre a necessidade de sacrifícios. “Estamos trabalhando pela pacificação nacional que passa muitas e muitas vezes por aparentes sacrifícios”, afirmou.

Temer voltou a rebater os argumentos de muitos que “levantaram a voz” para dizer que a proposta acaba com investimentos em saúde e educação. “Eu quero registrar pela enésima vez que isso não vai acontecer”, disse, ressaltando que as áreas são importantes para o governo e que isso foi “bem compreendido pela Câmara”. O presidente disse ainda que esse “primeiro gesto” de aprovar a PEC vai ajudar na retomada da confiança e do crescimento.

A medida é tida pelo governo como crucial para o reequilíbrio das contas e deve ser a marca da gestão Temer. Segundo um interlocutor do Planalto, o presidente quer que a medida seja o verdadeiro legado de seu governo ao País, a exemplo do que foi o Plano Real do governo Fernando Henrique Cardoso.

Temer disse ainda que é preciso “fechar os ralos da administração pública” e citou as medidas de revisão de auxílio doença e seguro de acidente de trabalho, que com uma readequação podem gerar uma economia de R$ 8 bilhões a R$ 9 bilhões. O presidente disse ainda que “não sem razão” manteve os programas sociais do governo da ex-presidente Dilma Rousseff. “Não só mantivemos como revalorizamos”, afirmou.

 

Do Estadão

Calumbi: Sandra diz que vai fazer “uma gestão transparente” e que já tem equipe de transição

Sandra-Ferraz

 

 

 

Em uma campanha de 45 dias, 11 deles Sandra da Farmácia esteve na UTI – Unidade de Tratamento Intensivo, e mesmo assim conseguiu êxito nas eleições municipais contra a candidata governista Aline Cordeiro do PSB, no município de Calumbi – PE.

Ao falar com o radialista Tony Alencar, nesta segunda-feira (10), na bancada do programa radiofônico Sertão Notícias. Sandra garantiu que vai “fazer uma gestão transparente, e que será “uma prefeita que vou brigar pelo futuro do povo de Calumbi, temos uma equipe competente de transição de governo e vou mostrar que Calumbi vai sair das páginas ruins dos jornais”, reforçou Sandra o discurso sustentado durante a campanha eleitoral.

A prefeita eleita pelo Partido dos Trabalhadores, ainda lembrou que foi vítima de chacotas quando recebeu alta da UTI e participou do seu primeiro ato político.

“Me mataram, me enterraram e me chamavam de defunta. Depois que eu cheguei, diziam que a defunta chegou e não gostaram disse jeito nenhum”, disse Sandra.

 

De Júnior Campos

Dos oito prefeitos do Pajeú que enfrentaram as urnas apenas quatro saíram vencedores

eleitos-pajeu
Por Anchieta Santos

Dos prefeitos da região que disputaram reeleição, obtiveram sucesso apenas quatro: José Patriota (Afogados), Luciano Duque (Serra Talhada), Sebastião Dias (Tabira) e Tássio Bezerra (Santa Cruz da Baixa Verde).

Foram derrotados Francisco Dessoles (Iguaracy), Soraya Morioka (Flores), Romério Guimarães (São José do Egito) e Deva Pessoa(Tuparetama).

Prefeitos que fizeram o sucessor: Luciano Torres(Ingazeira) com a vitória de Lino Morais; Zé Pretinho (Quixaba), com a vitória de Tião de Gaudêncio; Luciano Bonfim (Triunfo), na vitória de João Batista; Arquimedes Machado (Itapetim) com o triunfo de Adelmo Moura; José Vanderley (Brejinho) com a candidata Tânia Maria; José Mário (Carnaiba) com Anchieta Patriota e Cida Oliveira (Solidão) com a vitória de Djalma Alves.  Deixou de fazer o sucessor o socialista Joelson de Calumbi.

Detalhe: em Santa Terezinha o prefeito Delson Lustosa se enrolou na sucessão, não indicou nem mesmo o vice, mas o candidato em quem votou Vandinho de Danda, venceu.

Fora do Pajeú,   merecem destaques a reeleição da Prefeita de Arcoverde Madalena Brito e as derrotas dos prefeitos de Sertânia Guga Lins e Custódia, Luiz Carlos. Os vencedores foram Ângelo Ferreira e Manuca, respectivamente.

Em Serra Talhada, vereadores já discutem presidência da Câmara

 

Nailson, Sinézio e Agenor

 

 

Em Serra Talhada, cresce o movimento para eleição da mesa diretora da Câmara de Vereadores para o próximo biênio 2017-2018, hoje composta por: Agenor de Melo – presidente, Sinézio Rodrigues – vice-presidente, Nailson Gomes – 1º Secretário e Pinheiro de São Miguel – 2º Secretário.

Agenor de Melo (PV), já deu sinais que não levantará da cadeira e que vai ‘brigar’ pela permanência como presidente. Sinézio Rodrigues do PT, a Júnior Campos adiantou que “vamos disputar”, e que “espera o prefeito para conversar”. Outro parlamentar que está na fila de disputa é Nailson Gomes do PTC. Mas, a grande aposta é na permanência de Agenor.

De Júnior Campos

PSDB lucra com eleições municipais e PT tem derrota histórica

Resultado de imagem para PT encolhe, e PSDB é o que mais cresce
O PT foi o maior derrotado das eleições de domingo. O partido que desde sua criação sempre cresceu em número de eleitos a cada disputa municipal, sofreu um retrocesso significativo e terá em 2016 menos vitórias que em 2004. Até 0h30 de segunda-feira, havia 256 petistas eleitos em um universo de 5.449 cidades com a apuração encerrada. Ainda havia 19 municípios com a contagem incompleta. Com esse resultado parcial, o partido estava elegendo 4,7% dos prefeitos do País. Nas eleições de 2012, a taxa foi bem superior: 11,5%.
Outra medida que dá uma ideia do tamanho do recuo petista é a queda do partido no ranking dos eleitos. Há quatro anos, o PT estava na terceira colocação, atrás apenas do PMDB e do PSDB. Neste ano, caiu para o décimo lugar. A derrocada do PT foi especialmente forte nas capitais. No domingo, o partido conquistou apenas Rio Branco, com Marcus Alexandre, que se reelegeu. Para o segundo turno, o PT se classificou apenas no Recife, com o ex-prefeito João Paulo, além de seis cidades do interior.
O PMDB manterá a posição de primeiro colocado no ranking. Até 0h30, o partido havia conquistado 1.027 prefeituras, pouco mais do que o resultado de 2012 (1.021). Do total das cidades com apuração encerrada, em 19% havia um peemedebista vitorioso. Em relação ao resultado de quatro anos atrás, houve crescimento de um ponto porcentual.
O segundo colocado no ranking também permanecerá o mesmo de 2012: o PSDB. Mas houve um crescimento significativo do partido, que elegeu 695 prefeitos há quatro anos e, em 2016, deve superar 792. É o maior avanço entre todas as legendas. O porcentual de tucanos eleitos, que foi de 12,5% em 2012, deve passar para 15% neste ano. O número de eleitores que serão governados pelo partido terá um salto, principalmente por causa da vitória de João Doria em São Paulo, maior cidade do País.
 
Retração
O PSB, que foi a principal estrela de 2012, ao conquistar 130 prefeituras a mais do que nas eleições de quatro anos antes, agora deve ter um leve recuo. Até 0h30 de domingo, 2, havia 414 eleitos pelo partido, menos do que os 440 da disputa da eleição anterior.
O PRB, que em determinado momento chegou a liderar as pesquisas em São Paulo e no Rio de Janeiro, os dois maiores colégios eleitorais do País, deve crescer em relação ao resultado de 2012 quando elegeu 80 prefeitos. O resultado parcial de 2016, indicava pelo menos 104 vitórias. No Rio, Marcelo Crivella estará no segundo turno. Em São Paulo, Celso Russomanno ficou em terceiro lugar.
O PSOL conquistou apenas duas prefeituras, mas esse número poderá ainda subir – o partido disputará o segundo turno em duas capitais: Rio de Janeiro e Belém. Até domingo, 2, o PSOL ocupava a 31.ª posição no ranking das legendas que mais elegeram representantes.
A Rede, da ex-senadora Marina Silva, teve desempenho pífio: apenas cinco vitórias. O partido poderá também eleger mais um prefeito, já que terá um candidato no segundo turno em Macapá. No dia 30 ,haverá 55 disputas de segundo turno. Os três partidos com mais candidatos na rodada final serão o PSDB (19), PMDB (14) e PSB (9).
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. 

Confira os vereadores eleitos para a Câmara Municipal de Serra Talhada

câmara de vereadores

 

 

Os eleitores de Serra Talhada-PE definiram, na eleição deste domingo (02), a composição da Câmara Municipal, com 17 vereadores. Na composição da nova bancada a partir de 2017 teremos cinco parlamentares da oposição e 12 da situação.

O novo ranking para Casa Joaquim de Souza Melo, segundo dados do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), terá:

1 – ALICE CONRADO – 2.029 votos (Governo)

2 – MANOEL ENFERMEIRO – 1.809 votos (Governo)

3 – ANTÔNIO RODRIGUES – 1807 votos (Governo)

4 – ZÉ RAIMUNDO – 1.795 votos (Governo)

5 – ANDRÉ MAIO – 1689 votos (Oposição)

6 – AGENOR DE MELO – 1602 votos (Governo)

7 – PAULO MELO – 1.418 votos (Governo)

8 – PINHEIRO – 1.373 votos (Governo)

9 – JAIME INÁCIO – 1336 votos (Governo)

10 – SINÉZIO RODRIGUES – 1.237 votos (Governo)

11 – DEDINHA INÁCIO – 1.180 votos (Oposição)

12 – RONALDO DE DJA – 1.163 votos (Governo)

13 – NAILSON GOMES – 1.066 votos (Governo)

14 – GILSON PEREIRA – 970 votos (Oposição)

15 – ANTÔNIO DE ANTENOR – 967 votos (Oposição)

16 – VERA GAMA – 941 votos (Oposição)

17 – ROSIMÉRIO DE CUCA – 687 votos (Governo)