Lava Jato pede pena mais pesada a Eduardo Cunha e cobra US$ 77 milhões

 

 

 

 

A Lava Jato quer ampliar a pena imposta pelo juiz federal Sérgio Moro ao ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB/RJ) – 15 anos e quatro meses de prisão. Em apelação, onze procuradores da República que integram a força-tarefa da maior operação já realizada no País contra a corrupção pedem ao juiz que condene o peemedebista também por mais um crime de lavagem de dinheiro e por mais um de evasão de divisas.Também querem que o ex-deputado seja condenado a restituir o equivalente a US$ 77,5 milhões, a título de reparação de danos.

Documento

 

Eduardo Cunha está preso em Curitiba, base da Lava Jato, desde outubro de 2016, por ordem de Moro.
Em março passado, o juiz condenou o ex-presidente da Câmara a 15 anos e quatro meses de reclusão – pelo crime de corrupção passiva, Moro impôs a Eduardo Cunha seis anos de reclusão; por lavagem de dinheiro, mais cinco anos e dez meses; e, por evasão de divisas, três anos e seis meses de pena.

Mas o juiz absolveu o réu da imputação de lavagem de dinheiro relativa à transferência de US$ 165 mil, em 4 de agosto de 2014, da conta em nome da Netherton Investments para a conta Köpek – e também da imputação de evasão de divisas relativa à omissão em declarar o saldo da conta Netherton, ‘pois absorvida pelo crime de lavagem’.

O recurso da Lava Jato volta-se contra a absolvição da lavagem de dinheiro em relação à transferência dos US$ 165 milhões e também ‘aspectos da dosimetria da pena aplicada ao apelado’ e ‘aspectos da reparação do dano’.

“Cumpre ressaltar que o dano corresponde não somente ao próprio prejuízo sofrido – dano material – em negócio comercial fraudulento apurado nos autos, como também ao dano sofrido pela não aplicação em negócio lícito, lucros cessantes, e, finalmente, ao dano moral, aqui considerado a depreciação econômico-financeira sofrida pela conduta criminosa levada ao conhecido público de investidores e
acionistas e mercado financeiro e à própria imagem e da marca Petrobrás perante o mercado e à sociedade brasileira”, assinalam os procuradores.

Quanto aos crimes de manutenção de depósitos no exterior e lavagem de dinheiro, segundo sustenta a Procuradoria, ‘a vítima é a própria União Federal, bem jurídico difuso’.

 

Do Estadão

Temer demite indicados de infiéis que votaram contra a reforma trabalhista

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O presidente Michel Temer cumpriu a promessa de punir deputados de sua base aliada que votaram contra a reforma trabalhista na semana passada.
O “Diário Oficial da União” desta terça-feira (2) traz três exonerações de apadrinhados de PTB, Pros e PSD.

Deley (PTB-RJ), Ronaldo Fonseca (Pros-DF) e Expedito Neto (PSD-RO) votaram “não” na noite do dia 26 de abril, quando o plenário da Câmara apreciou o texto-base da reforma trabalhista, que acabou aprovada por 296 votos a favor e 177 contrários.

Marcelo Xavier de Castro, indicação de Deley, foi exonerado do cargo de diretor de Finanças e Administração das Indústrias Nucleares do Brasil S.A. (INB).

José Ricardo Marques, apadrinhado por Ronaldo Fonseca, perdeu o cargo de diretor-geral do Arquivo Nacional do Ministério da Justiça.

Já Luiz Fernando Martins, que havia sido indicado por Expedito Neto, foi exonerado do cargo de delegado da Delegacia Federal de Desenvolvimento Agrário no Estado de Rondônia.

Houve outras exonerações oficializadas nesta terça em retaliação às traições de integrantes da base aliada.

As demais demissões, no entanto, não foram publicadas no “Diário Oficial da União”, mas em atos internos.

Um integrante do governo afirmou que o total de exonerações passa de 30 e que a maioria já ocorreu.

A ideia é que os cargos sejam entregues sobretudo a parlamentares do “baixo clero” que não tinham sido contemplados pelo presidente e que podem avolumar o placar da reforma da Previdência.

O próprio presidente pretende se reunir pessoalmente com bancadas menores, como PSC e PRB, para conseguir mais votos favoráveis.

Previdência

Nesta terça, a comissão especial que analisa a reforma da Previdência na Câmara se reúne para prosseguir as discussões do relatório do deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA).

Há 16 oradores inscritos, além dos líderes partidários. Cada um tem direito a falar por até 15 minutos.

Como a Folha de S.Paulo mostrou na segunda-feira (1º), ciente de que não tem os 308 votos necessários para aprovar a reforma da Previdência no plenário da Câmara, o governo discute adiar a votação da proposta na comissão especial que trata do assunto, o que estava previsto para acontecer nesta quarta-feira (3).

A ideia é que o colegiado só aprecie o texto na semana que vem ou até mesmo na seguinte.

O presidente Michel Temer recebeu ministros e parlamentares nesta segunda (1º) para discutir o andamento da nova Previdência. Pesquisa Datafolha divulgada no domingo indica que 71% dos brasileiros são contra a reforma.

Para tentar reverter a rejeição à reforma da Previdência, o governo vai distribuir a entidades críticas à proposta cartilha elaborada para deputados para “traduzir” as alterações feitas no texto original.

As cartilhas agora serão encaminhadas a entidades formadoras de opinião como OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), que já se posicionaram contra a reforma.

A publicação traz trechos do texto original enviado ao Congresso pelo governo no final do ano passado e indica as flexibilizações feitas pelo relator da proposta.

Já foram impressos mil exemplares e outros dois mil serão encomendados nesta terça.

As impressões serão pagas por partidos da base aliada, segundo o deputado Beto Mansur (PRB-SP), que não soube informar os custos da produção.

 

Da Folha de Pernambuco

Juiz determina prisão domiciliar e Eike Batista deixa presídio

 

 

 

 

O empresário Eike Batista deixou a cela no complexo prisional de Bangu, zona oeste do Rio, por volta das 9h20 desse domingo (30) para aguardar julgamento em sua casa no Jardim Botânico, bairro nobre da zona sul da cidade.

Foi o que decidiu a Justiça Federal no Rio neste sábado (29), durante o plantão judiciário, após o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes ter concedido, na sexta, liminar que autorizava o empresário a deixar a prisão.

O juiz do plantão Gustavo de Arruda Macedo decidiu que Eike poderá cumprir prisão domiciliar, mas deverá respeitar uma série de restrições, entre elas se afastar da administração das empresas do Grupo X ou manter qualquer contato com réus de processos da Lava Jato.

Eike também terá de entregar o passaporte à Justiça, poderá receber visitas da Polícia Federal sem aviso prévio e terá quebrados seus sigilos telefônicos e eletrônicos (telemático).

A defesa será obrigada ainda a manter um registro de pessoas que visitam o empresário pelo tempo que durar a prisão domiciliar. Ele é obrigado a atender às solicitações da Justiça e tem de pedir a autorização para mudar de endereço.

Eike estava preso desde janeiro, em razão de investigações da operação Eficiência, desdobramento da Lava Jato no Rio. Ele é suspeito de pagar US$ 16,5 milhões a título de propina ao esquema do ex-governador do Rio Sérgio Cabral. Em fevereiro, ele foi denunciado por corrupção e lavagem de dinheiro.

Eike foi beneficiado com um habeas corpus concedido pelo ministro Gilmar Mendes. O processo voltou ao Rio no final de semana e coube ao juiz de plantão definir as condições da liberdade do empresário.

Gilmar Mendes escreveu em despacho que o fato de o empresário ter sido denunciado não poderia, por si só, ser fundamento para a manutenção da prisão preventiva.

Para Gilmar, o perigo à ordem pública ou ao processo podem ser mitigados por outras medidas. O ministro disse ainda que os crimes que teriam sido cometidos estariam ligados à atuação de um grupo político atualmente afastado da gestão pública.

“Muito embora graves, os crimes apurados na operação Lava Jato foram praticados sem violência ou grave ameaça. A atuação dos órgão se segurança pública sobre os alegados grupos criminosos é um fator a ser considerado em desfavor da necessidade de manutenção da medida cautelar mais gravosa”, escreveu o ministro.

 

Da Folha de Pernambuco

Lula amplia liderança para 2018; Bolsonaro disputa segundo lugar com Marina, diz Datafolha

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O deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) subiu e atingiu a segunda posição – em empate técnico com a ex-senadora Marina Silva (Rede Sustentabilidade) – em pesquisa do Instituto Datafolha sobre a eleição presidencial de 2018, divulgada neste domingo, 30, pelo jornal Folha de S. Paulo. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aumentou a liderança na sondagem em dois cenários pesquisados. Os dois principais cenários da pesquisa divulgada neste domingo são comparados pelo instituto com levantamento feito em 16 e 17 de dezembro de 2015.

Esse é o primeiro levantamento do Datafolha depois da divulgação das delações de executivos e ex-executivos da Odebrecht na Operação Lava Jato.
Bolsonaro subiu de 4% para 15% e de 5% para 14% nos dois principais cenários pesquisados pelo Datafolha. No cenário 1, em que o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), é incluído, Lula aparece com 30% (ante 20% da última pesquisa), seguido por Bolsonaro (15%), Marina (14%), Aécio (8%), Ciro Gomes/PDT (5%), o presidente Michel Temer (2%) e Luciana Genro/PSOL (2%). Ronaldo Caiado/DEM e Eduardo Jorge/PV aparecem empatados com 1% cada. Votos em branco, nulos e em nenhum dos candidatos somam 17% e não sabem, 4%. Neste cenário, Aécio caiu de 26% para 8% e Marina caiu de 19% para 14%.
No cenário 2, quando o candidato tucano é o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, Lula permanece com os mesmos 30% (ante 22% da pesquisa de 2015). Neste panorama, Marina caiu de 24% para 16% e Bolsonaro subiu de 5% para 14%. Depois, vem Alckmin, que caiu de 14% para 6%. Ciro ficou com 6% e Temer, com 2%. Luciana Genro e Caiado têm 2% cada e Eduardo Jorge, 1%. Votos em branco, nulos e em nenhum dos nomes somam 16% e não sabem 4%.
No cenário 3, em que não há base de comparação com pesquisa anterior, Lula tem 31%, Marina aparece com 16% e Bolsonaro, com 13%. Neste recorte, foi incluído o nome de Doria, que tem 9%. Em seguida, vêm Ciro Gomes, com 6%, e Temer, com 2%. Luciana Genro também aparece com 2%. Caiado e Eduardo Jorge figuram com 1% cada. Em branco, nulos ou em nenhum dos nomes, 15%. Não sabem 4%
No cenário 4, em que não são pesquisados os nomes de Lula e Temer, mas é incluído o de Doria, o levantamento é liderado por Marina, com 25%, seguida por Bolsonaro, com 14%, Ciro (12%), Doria (11%), Luciana (3%), Eduardo Jorge (2%) e Caiado (2%). Votos em branco, nulos e em nenhum dos nomes somam 25% e não sabem, 6%. Neste cenário, também não há base de comparação com pesquisa anterior.
Num quinto cenário, sem Lula e Temer, mas com Alckmin, Marina lidera com 25%. Depois vêm, Bolsonaro (16%), Ciro (11%), Alckmin (8%), Luciana (4%), Caiado (2%) e Eduardo Jorge (2%). Em branco, nulos e nenhum somam 27% e não sabem, 6%. Também não há base de comparação com pesquisa anterior neste cenário.
O Datafolha realizou ainda um sexto cenário. Os números são os seguintes: Lula (29%); Marina (11%), Bolsonaro (11%), juiz Sérgio Moro (9%), Aécio (5%), Doria (5%), ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa (5%), Ciro (5%), Alckmin (3%) e apresentador Luciano Huck (3%). Neste cenário, votos em branco, nulos e em nenhum nome somam 11% e não sabem, 4%, e também não há base de comparação.
Do Diário de Pernambuco

Bolsonaro utiliza cota parlamentar em pré-campanha

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O deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) tem usado sua cota parlamentar para custear viagens pelo país em que se apresenta como pré-candidato à Presidência em 2018.
A cota reembolsa viagens e outras despesas do mandato. Nas regras de uso, a Câmara diz que “não serão permitidos gastos de caráter eleitoral”.

O conteúdo das falas de Bolsonaro, contudo, é explicitamente voltado à disputa de 2018, em que aparece com 9%, segundo mostrou o Datafolha em dezembro.

Nos últimos cinco meses, ao menos seis viagens em que o deputado tratou publicamente de sua intenção de concorrer ao Planalto foram custeadas pela Câmara. Somam R$ 22 mil.

Mesmo em cidades onde ele não deu palestras, um roteiro se repetiu: chegada no aeroporto recepcionado por uma claque aos gritos de “mito” e “Bolsonaro presidente”.

O deputado nega estar em campanha e atribui as viagens à participação na Comissão de Segurança Pública da Câmara –onde é suplente.

Em novembro, a Câmara gastou R$ 2.500 para Bolsonaro ir ao Recife, onde deu palestra na Associação Pernambucana dos Cabos e Soldados. Foi apresentado como “futuro presidente do Brasil, o nosso mito”. Na ocasião, Bolsonaro disse que “vamos ganhar em 2018, porque somos a maioria no Brasil, homens de bem”.

Dias depois, ele viajou a Boa Vista (RR) por R$ 4.500, acompanhado de um assessor, cujas passagens, de R$ 4.000, também foram pagas com a cota parlamentar.

Lá, deu entrevistas e uma palestra promovida pelos sindicatos dos policiais civis e o dos federais de Roraima. No aeroporto, falou da necessidade de controlar a entrada de venezuelanos no Estado.

“Não estou em campanha, mas estou me preparando para, se o momento exigir, não ser mais um capitão, mas um soldado a serviço de vocês.”

Em dezembro, ele pôs na conta da Casa R$ 1.385 para ir a São Paulo dar uma entrevista ao programa “Pânico no Rádio”, em que disse que “a minha ascensão é no vácuo político que está aparecendo”. Era o encerramento da “semana dos presidenciáveis” do programa.

Em janeiro, foi à formatura de soldados da PM em Belo Horizonte. As passagens de ida e volta saíram da cota parlamentar por R$ 715.

No aeroporto, afirmou que “o Brasil tem jeito”, só “precisa de um capitão”. “Por coincidência eu sou capitão.”

Em fevereiro, Bolsonaro foi a Campina Grande e João Pessoa. As passagens custaram R$ 1.700. O gabinete arcou também com a viagem de um acompanhante, de R$ 1.900.

Em março, o deputado foi a São Paulo para encontrar um professor da Universidade Mackenzie especialista em grafeno, material constituído de carbono que faz parte de sua “plataforma” de inovação. As passagens custaram R$ 4.600, e a diária de hotel, R$ 280, pagos com a cota.

Outro lado

Em nota, o chefe de gabinete de Jair Bolsonaro, Jorge Francisco, negou que o deputado esteja em campanha ou pré-campanha eleitoral “seja para qual cargo for”.

Ele disse que as despesas ressarcidas pela Câmara “foram realizadas em consonância com os preceitos legais e regimentais”, “o que reforça a tese de que tais ‘denúncias’ somente têm o condão de tentar incluir o nome do deputado em atos supostamente escusos, diante da enxurrada de notícias de corrupção envolvendo outros políticos”.

“O que ocorre é que, por ser integrante da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, o deputado dispensa muita atenção aos assuntos relacionados”, declarou.

 

Da Folha de Pernambuco

Lula venceria Doria, Aécio, Alckmin e Marina no segundo turno e seria eleito presidente em 2018, diz Vox Populi

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece como favorito para vencer as eleições presidenciais em todos os cenários de primeiro e segundo turnos na pesquisa CUT/Vox Populi, realizada entre os dias 6 e 10 de abril e divulgada nesta terça-feira, 18, pela Central Única dos Trabalhadores (CUT).

No cenário em que o candidato do PSDB à Presidência é o senador Aécio Neves (MG), Lula aparece com 44% das intenções de voto, contra 9% do tucano. Na pesquisa de dezembro do ano passado, Lula tinha 37% e Aécio, 13%. O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) subiu de 7% para 11% na mesma comparação. A líder do partido Rede Sustentabilidade, Marina Silva, se manteve com 10% e Ciro Gomes (PDT-CE) com os mesmos 4%.

Com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) na disputa, Lula venceria com 45% dos votos, contra 12% de Bolsonaro, 11% de Marina Silva, 6% de Alckmin e 4% de Ciro Gomes. Na pesquisa de dezembro, Lula tinha 38%; Alckmin, 10%; Bolsonaro, 7%; Marina Silva, 12%; e Ciro Gomes, 5%.

A pesquisa colocou ainda o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), como candidato do PSDB. Ele teria 5% das intenções de voto, a mesma quantidade de Ciro Gomes. O ex-presidente Lula aparece com 45% das intenções de voto. Marina e Bolsonaro empatam com 11%. Em dezembro, não houve um cenário com Doria no levantamento.

Segundo turno. Nas simulações de um eventual segundo turno nas próximas eleições presidenciais, a pesquisa do Instituto Vox Populi mostra Lula vencendo de todos os adversários. A vitória com a maior vantagem para Lula seria se o concorrente fosse Doria: o petista venceria por 53% contra 16% do prefeito.

Enfrentando Alckmin, Lula teria 51% dos votos válidos contra 17% do tucano. Se o candidato fosse Aécio, o ex-presidente levaria 50% dos votos válidos e o senador teria 17%. Contra Marina, Lula venceria as eleições por 49% a 19%. A pesquisa não divulgou nenhuma simulação em que Lula não estaria no segundo turno.

Pesquisa espontânea. No voto espontâneo, quando os entrevistados falam em quem votariam sem uma lista de nomes, Lula tem 36% das intenções de voto. Doria aparece com 6%; Aécio, 3%; Marina, 2%; o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Alckmin têm 1%.

Apesar da vitória de Lula em todos os cenários, 66% dos entrevistas acham que Lula cometeu erros, apesar de ter feito “muito mais coisas boas pelo povo e pelo Brasil”. Esse índice era de 58% em dezembro.

Sobre os governos petistas, a pesquisa mostra que 58% dos brasileiros acham que a vida melhorou com Lula e Dilma Rousseff no governo. Por outro lado, 13% disseram que piorou e 28% responderam que nem melhorou, nem piorou.

A pesquisa entrevistou 2.000 pessoas em 118 municípios de todos os Estados e do Distrito Federal. A margem de erro é de 2,2%, com um índice de confiança de 95%.

 

Do Estadão

Sete pernambucanos são citados na lista de Fachin

Sete pernambucanos estão presentes na lista do ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal. Os nomes dos investigados foram divulgados com exclusividade pelo jornal O Estado de S. Paulo, na tarde desta terça-feira.
Os Pernambucanos são:
Bruno Araújo – PSDB
Fernando Bezerra Coelho – PSB
Humberto Costa – PT
Roberto Freire – PPS
Jarbas Vasconcelos – PMDB
Betinho Gomes – PSDB
Vado da Farmácia – PTB
Ao todo, a Procuradoria Geral da República (PGR) encaminhou ao STF os 83 inquéritos com base nas delações dos 78 executivos e ex-executivos da Odebrecht.
Com 5 denúncias em investigação, Aécio Neves (PSDB) e Romero Jucá lideram a lista dos políticos com maior número de inquéritos abertos. Renan Calheiros também se aproxima da liderança, com 4.
Com as informações divulgadas por Fachin, o Governo Temer sofreu fortes abalos, visto que quase 10 ministros estão sendo investigados: Eliseu Padilha (PMDB), da Casa Civil, , Moreira Franco (PMDB), da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Kassab (PSD), da Ciência e Tecnologia, Helder Barbalho (PMDB), da Integração Nacional, Aloysio Nunes (PSDB), das Relações Exteriores, Blairo Maggi (PP), da Agricultura, Bruno Araújo (PSDB), das Cidades, Roberto Freire (PPS), da Cultura, e Marcos Pereira (PRB), da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.
O depoimento e relatos de Marcelo Odebrecht serão levados em conta e serão usados em 7 inquéritos levados ao STF. De acordo com os delatores, os crimes que mais se repetem são os de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e formação de cartel e fraude a licitações.
Michel Temer também é citado como um dos nomes para entrar em dois dos inquéritos, entretanto, sua imunidade temporária de presidente da república não o inclui na a lista dos investigados. Crimes que não envolvem o mandato dele não podem encaixá-lo na investigação.
Do Diário de Pernambuco

Lula lidera corrida presidencial em Pernambuco com 65% da preferência

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece na liderança da corrida presidencial em Pernambuco e, caso as eleições fossem hoje, ele estaria eleito com 65% dos votos, segundo pesquisa realizada pela Uninassau. Logo em seguida, aparecem Jair Bolsonaro (PSC) e Marina Silva, empatados com 6%. Também aparecem empatados na preferência dos pernambucanos o governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB), o senador mineiro Aécio Neves (PSDB) e Ciro Gomes (PDT). Michel Temer nem não pontuou.

O estudo, realizado entre os dias 23 e 24 de março junto a 2.014 eleitores de todo o Estado, possui margem de erro de 2,2% e o índice de confiança é de 95%. Lula também lidera na pesquisa espontânea, com 58,8%, sendo seguido por Jair Bolsonaro (5,1%), Marina Silva (3,3%) e pela presidente deposta Dilma Rousseff (1,5%). Outros 3,2% citaram outros candidatos e 1,1% não escolheu nenhum candidato. Os que não responderam ou não souberam responder somaram 27% dos entrevistados.

A pesquisa também aponta que a gestão de Michel Temer é reprovada por 91% dos pernambucanos, sendo aprovada por apenas 5% da população. Ele também é apontado como o pior presidente do Brasil.

 

Da Agência Brasil

Armando Monteiro Neto e Mendonça Filho saem na frente nas intenções de voto para 2018

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A pesquisa do Instituto Uninassau também perguntou aos eleitores em quem eles votariam, se a eleição fosse hoje. O ministro das Cidades, Bruno Araújo, do PSDB, aparece com 2% das citações. Paulo Câmara, com dois anos de gestão, teria 6% das intenções de voto.

O ministro da Educação de Temer, Mendonça Filho (DEM), surge com 12% das intenções de voto. O pré-candidato melhor colocado é o senador Armando Monteiro Neto, do PTB, com 22% das intenções de voto.

De acordo com a mesma pesquisa, outros 25% entrevistados disseram não saber ou não responderam. Um percentual ainda maior, de 33% dos entrevistados, afirmou que votará em branco, em nulo ou mesmo em nenhum dos candidatos.

Somados estes dois últimos recortes, são 58% dos entrevistados que não querem nenhum dos nomes apresentados na pesquisa estimulada.

“O resultado da pesquisa é ruim não apenas para Paulo Câmara, mas para Armando Monteiro Neto também”, diz o coordenador geral da pesquisa, Adriano Oliveira.

“O recall do senador Armando Monteiro é baixo. Monteiro foi o principal adversário do atual governador na eleição de 2014. O porcentual de eleitores que não escolheram nenhum candidato é alto. Existe a ausência de um nome forte eleitoralmente da oposição”, comentou.

Pesquisa espontânea

Na pesquisa espontânea, onde os nomes são citados pelo próprio entrevistados, Armando Monteiro Neto aparece com 13%, Mendonça Filho com 4%, Jarbas Vasconcelos com 3,4%, Paulo Câmara com 3,3% e Bruno Araújo teria 1,1%.

Amostra em todo o Estado

Para pesquisar as demandas de Pernambuco e o humor dos eleitores, o Instituto Nassau ouviu 2.014 pessoas (o padrão destes levantamentos de opinião é 1,5 mil pessoas), em todo o Estado de Pernambuco.

A amostra foi coletada no Recife, Região Metropolitana do Recife, Zona da Mata, Agreste, Sertão e sertão do São Francisco. A pesquisa foi realizada nos dias 23 e 24 de março.

Do Blog de Jamildo

Região Nordeste permanece com a pior avaliação sobre o governo Michel Temer

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Pesquisa Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que o governo do presidente da República, Michel Temer, permanece com o maior porcentual de rejeição na Região Nordeste, onde tem 67% de avaliações ruins ou péssimas. Na última pesquisa, em dezembro do ano passado, este número era de 57%.

A reprovação nos Estados do Nordeste representa mais de 10 pontos porcentuais acima da segunda região com pior avaliação, o Sudeste, onde 52% avaliam o governo como ruim ou péssimo – na última pesquisa, o número era de 46%. Em seguida está a Região Norte/Centro-Oeste, com 49% de reprovação, frente 39% em dezembro do ano passado. No Sul, a rejeição ao governo passou de 40% para 48%.

A média no País para a avaliação ruim/péssima do governo subiu de 46% para 55%. A margem de erro estimada é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi realizada de 16 a 19 de março deste ano. O levantamento ouviu 2 mil pessoas em 126 municípios.

O Sul também se manteve como a região que melhor avalia o governo Temer, onde 17% dos entrevistados o consideram ótimo/bom – na última pesquisa, este número era de 20%; em segundo lugar está a região Norte/Centro-Oeste que se manteve em 13%; seguido pelo Sudeste, que oscilou de 12% para 10%; e Nordeste, que passou de 9% no ano passado para 6% em março deste ano.

Ao mesmo tempo, é na Região Sul onde a piora foi mais intensa – com retração de 10 pontos – nos porcentuais dos que confiam no presidente (agora em 17%) e dos que aprovam a sua maneira de governar (27%).

Na Região Norte/Centro-Oeste, a confiança oscilou de 26% para 19%. Já os que aprovam a maneira de governar diminuíram de 31% para 23%. No Sudeste, a queda na confiança foi de 21% para 18%. Já o que aprovam a maneira de governar caíram de 24% para 20%.

O Nordeste, por sua vez, se mantém com os menores índices de confiança no presidente (13%) e na aprovação na maneira de governar (13%). No final do ano passado, os porcentuais eram de 19% e 20% respectivamente.

 

Do Estadão