“Eu amava, mas temia Eduardo”, disse Aécio Neves

 

Em sua fala, há pouco, na homenagem a Eduardo, o presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, revelou um segredo: temia, como adversário e concorrente, o ex-governador pernambucano, que disputou com ele à Presidência da República, mas morreu no início da campanha. Aécio rememorou um discurso de Ulysses na homenagem a Tancredo Neves, seu avô, há 30 anos, quando afirmou: “Eu amava Tancredo, mas eu temia Tancredo”. “Agora, disse ele, ao encerrar as suas palavras: “Eu amava Eduardo, mas também temia Eduardo”.

 

Via Blog do Magno Martins

Reaver votos do NE tira Dilma do Recife hoje (10)

 

 

Dilma Rousseff não estará hoje (10) na homenagem que o PSB promove nesta segunda-feira a Eduardo Campos no Recife, que reunirá Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB), seus ex-adversários na campanha.

Lula também não confirmou presença.

A informação é de Vera Magalhães, na sua coluna de hoje na Folha de S.Paulo.

Dilma preferiu começar pelo Maranhão, com inaugurações do Minha Casa, Minha Vida sua tentativa de recuperar o apoio perdido na região Nordeste.

Se a ordem é restabelecer a popularidade, Dilma deve começar “em casa”: os ministros convocados para a reunião noturna em pleno Dia dos Pais se queixavam da presidente enquanto deixavam as famílias para embarcar para Brasília.

Aliados de PE não creem em Lula no ministério

 

 

Aliados locais do PT não acreditam na possibilidade do ex-presidente Lula (PT) assumir um ministério no governo da presidente Dilma Rousseff (PT), algo que vem circulando nos bastidores. Exímio articulador político, o líder petista seria uma cartada para reverter a crise instalada entre o Planalto e o Congresso. A ida dele para um ministério estaria sendo encorajada por dirigentes petistas e representantes do governo.

A presidente estadual do PT, deputada Teresa Leitão, afirmou não ter posição definida. “Vai depender muito do conjunto da mexida ministerial. Colocar Lula somente não iria resolver. Mesmo fora do governo, ele já está ajudando, na interação com a sociedade e no PT”, avaliou. O ex-presidente Lula planeja circular o País, com foco no Nordeste, neste semestre. Já o vice-presidente estadual do PT, Bruno Ribeiro, disse que qualquer posição que Lula assuma é só vem a “agregar”.

Para um dos vice-lideres do governo, o deputado federal Sílvio Costa (PSC), “a ida de Lula para um ministério não tem o menor sentido”. “O ex-presidente é referência mundial, ele diminuiria de tamanho”, opinou.

 

Do JC Online

Após derrota na Câmara, Dilma irá se reunir com líderes da base aliada

 

Após sofrer derrotas na Câmara, a presidente Dilma Rousseff irá se reunir ao longo da semana com líderes dos partidos da base aliada, informou na noite deste domingo (9) o ministro da Comunicação Social, Edinho Silva, depois de participar de uma reunião da coordenação política do governo no Palácio da Alvorada. De acordo com Silva, a estratégia tem como objetivo recompor a base governista no Congresso e evitar mais votações desfavoráveis na Câmara e no Senado.

Além da presidente, participaram da reunião, que durou quase três horas, 13 ministros, o vice-presidente, Michel Temer, e líderes do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE), e no Congresso, senador José Pimentel (PT-CE).

“Na semana, ela vai receber todos os partidos que compõem a base, inclusive o PTB e o PDT. A iniciativa foi da presidente, que quer dialogar com todos os partidos”, afirmou Silva. Os novos encontros devem ser separados.

O ministro reconheceu que o Palácio do Planalto enfrenta dificuldades com os integrantes da base, mas disse que o governo está confiante em reverter o cenário desfavorável dialogando com os partidos.

Na semana passada, o Executivo viu o PDT e o PTB desembarcarem da base ao anunciarem que passarão a votar de forma “independente” do governo.

Também na semana passada, na volta do recesso parlamentar, a presidente viu a Câmara aprovar a primeira “pauta-bomba”, como são chamados os projetos com impacto nos cofres públicos.

Apesar do compromisso dos líderes da base em adiar a votação, os deputados, inclusive com ajuda de parlamentares de siglas governistas, aprovaram o texto principal de uma proposta que vincula os salários da Advocacia-Geral da União a 90,25% dos subsídios dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), hoje em R$ 33,7 mil.

O Ministério do Planejamento calcula um impacto de R$ 2,4 bilhões por ano nas contas públicas, o que contraria o esforço de economia do Executivo para reequilibrar as contas públicas. (G1)

Mergulhada na crise, Dilma não lê mais jornais

 

Submersa por uma crise sem paralelos nas últimas duas décadas, a presidente Dilma Rousseff tem mudado alguns hábitos.

Antes leitora contumaz da imprensa, ela já não lê mais os jornais brasileiros como fazia todas as manhãs na hora do café. Vez ou outra, até navega por notícias internacionais. Mas só.

Com bastante frequência, é algum assessor que lhe chama a atenção para algum assunto específico na mídia.

Assim, Dilma repete o hábito de seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, que considerava que a imprensa só trazia más notícias e achava melhor ignorá-las.

No auge do escândalo do mensalão, em 2005, o antecessor parou de ler periódicos e chegou a se gabar disso publicamente.

No entorno presidencial, há a percepção de que a mandatária pode estar em fase de negação da realidade, deslocada da seriedade da crise.

Outros negam isso e lembram que em jantar recente no Palácio da Alvorada ela mesma disse não estar “nem deprimida, nem alheia”.

Eles afirmam que a atitude reflete um traço de personalidade da chefe, de exibir autocontrole em momentos de maior dificuldade para evitar uma queda generalizada no ânimo –de resto, perceptível em toda a Esplanada dos Ministérios.

Apesar do cenário “sombrio”, como definiram até mesmo ministros próximos nos últimos dias, Dilma, conhecida pelo estilo de cobrança dura e intempestiva, tem demonstrado alguma tranquilidade nos bastidores e, não raro, até bom humor.

Na quinta-feira (6), ao tomar conhecimento dos índices recordes de impopularidade (apenas 8% de ótimo e bom) apurados pelo Datafolha, ela se limitou a reclamar do fato de a apresentação da sondagem ter coincidido como programa do PT divulgado naquele mesmo dia.

Auxiliares de Dilma afirmam que ela não toma nenhum estabilizador de humor, seja alopático ou fitoterápico. Ao contrário, relatam que ela detesta remédios.

Dilma também anda mais vaidosa, experimentando maquiagens e comprando roupas adequadas à silhueta que passou a exibir após aderir a uma dieta da moda. Segue, aliás, recomendando a dieta a quem se queixa do excesso de peso.

Mesmo políticos que costumam tirar o sono do Planalto dizem que Dilma está de bom humor –caso de Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado que esteve com ela nos últimos dias.

Não que os afamados pitos presidenciais tenham cessado. Distribuiu broncas a ministros petistas durante reunião de emergência para avaliar o cenário da crise, na quinta-feira (6). Os alvos da vez foram Edinho Silva (Comunicação Social) e José Eduardo Cardozo (Justiça), este alvo frequente da ira da chefe.

O bom humor presidencial, contudo, não contaminou sua equipe. O clima no Planalto é de apreensão. Como disse um auxiliar próximo, pedindo anonimato: “Estamos descendo a ladeira sem freios, e ainda não conseguimos dar um cavalo de pau”.

Neste domingo (9) haverá uma reunião para debater a crise. Os ministros mais próximos defendem que algum tipo de medida seja tomada antes do dia 16, quando está prevista uma grande adesão aos protestos marcados contra a presidente.

Dilma deverá viajar mais, pode fazer uma reforma ministerial e estuda fazer um pronunciamento em cadeia de rádio e TV, contra o que pesa a provável reação popular em forma de panelaço.

 

Da Folha de S.Paulo – Natuza Nery

Crise amplia racha entre caciques do PSDB

 

 

O agravamento da crise ampliou as divisões existentes na oposição sobre a estratégia mais conveniente para lidar com o governo Dilma.

Setores do PSDB que vinham criticando a postura radical de integrantes da sigla no Congresso em votações de projetos com impacto sobre as contas públicas ganharam reforço de peso.

O senador José Serra (SP) disse ver com “angústia” as consequências do desarranjo da base governista e o flerte da oposição com ameças ao ajuste fiscal. “O futuro não pode ser vítima de um presente de irresponsabilidades”, disse à Folha.

“O volume e a qualidade dos projetos que estão sendo apresentados não têm efeito apenas sobre o governo Dilma, mas principalmente a médio e longo prazo”, disse. Para o senador, “todos os que têm projeto de poder” devem levar isso em conta.

Serra só se dispõe a falar sobre os efeitos econômicos do desmonte do governo no Congresso, mas as discussões dentro de seu partido vão muito além dessa questão.

O PSDB está dividido sobre os rumos que deve adotar caso Dilma não consiga concluir o mandato. Se antes já havia divergência sobre o melhor desfecho, o avanço das articulações que tentam fazer do vice-presidente,

Michel Temer (PMDB), a saída menos traumática para o país ampliou o descompasso entre os presidenciáveis da sigla.

Presidente nacional do PSDB, o senador Aécio Neves (MG) comandou operação para sinalizar a Temer e a integrantes do próprio PSDB que uma composição entre tucanos e Temer, caso Dilma seja afastada, não será natural.

Com o consentimento dele, os líderes da sigla na Câmara e no Senado defenderam publicamente a renúncia de Dilma e Temer e a convocação de novas eleições como saída para a crise.

A ideia era recolocar em pauta o desfecho que Aécio considera ideal: o de que só alguém legitimado pelo voto pode reorganizar o país.

Além disso, era também uma mensagem contra o flerte de tucanos com Temer. Serra, por exemplo, vem sendo apontado como nome certo em um eventual ministério do peemedebista.

As declarações dos aliados de Aécio foram recebidas com surpresa no partido. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse a um aliado que a mensagem soou um tom “acima do possível.

 

Da Folha de S.Paulo – Daniela Lima

 

Michel Temer é visto como solução política caso Dilma saia

 

 

O chamamento do vice-presidente da República, Michel Temer, pela reunificação diante da grave crise no Congresso e sua habilidade política o credenciam para assumir o país num eventual impedimento da presidente Dilma Rousseff, ainda que ele negue tal objetivo.

Temer veio a público na quarta-feira fazer um apelo para que os parlamentares não agravassem a crise econômica e afirmou que alguém teria que trabalhar pela reunificação do país. As federações das indústrias dos Estados de São Paulo e do Rio de Janeiro manifestaram apoio à proposta de união apresentada pelo vice-presidente. Mas as palavras dele abriram caminho para a interpretação de que Temer estaria fazendo um jogo duplo, articulando em prol do governo e movimentando-se para mostrar ser alternativa confiável de solução num cenário de impedimento de Dilma.

A situação levou Temer a explicar para a chefe a intenção de suas declarações, gerando rumores sobre a saída do vice do posto de articulador, o que foi classificado por ele como boatos infundados. Pessoas próximas ao peemedebista procuram afastar a intepretação de que Temer estaria fazendo jogo duplo destacando para isso a lealdade do vice. “Ele é uma pessoa muito leal”, disse o analista político Thiago de Aragão, sócio da consultoria Arko Advice e que trabalhou com Temer neste ano. “Não acho que ele disputará a Presidência em 2018, porque antes o governo atual precisa ser resolvido. Após isso, o futuro dele está em aberto”, acrescentou.

Mas o futuro do vice-presidente de 74 anos pode ser definido antes do que ele imagina, caso Dilma sofra um impeachment. A petista tem pela frente a análise das contas do ano passado de seu governo pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que pode abrir caminho para um processo de impedimento e catapultar Temer para o comando da República.

“Eu sinceramente acho que ele (Temer) é o único que poderia vir a ter (as condições para solucionar a crise)… Se ele não tem, ninguém mais tem”, disse o cientista político Carlos Melo, do Insper.

“Alguém precisava fazer um chamamento para a unidade. O ideal é que esse alguém fosse a presidente da República, que aliás foi eleita há nove meses e não fez isso em momento nenhum e agora ela perdeu as condições de fazer isso… O vice-presidente se manteve sempre em condição de fazer esse movimento, porque ele sempre soube se preservar”, acrescentou.

Temer é visto até mesmo por adversários como uma pessoa afável e de fácil convivência, características que o ajudaram a presidir a Câmara dos Deputados por três vezes e que o mantém há 11 anos no comando do maior partido do Brasil, o PMDB. “O Michel Temer é um político hábil e experimentado. Eu diria isso daí. Eu não vou mais nada além disso”, disse à Reuters o senador José Agripino (DEM), uma das principais vozes de oposição a Dilma, ao ser questionado sobre o papel de Temer em um eventual pós-impeachment. Cauteloso, o presidente do DEM disse que, para se chegar a um impeachment, são necessários fundamentos jurídicos que, segundo ele, ainda não surgiram.

Fonte: Reuters

Irmão de Dirceu diz que recebia 30 mil reais por mês de operador de propina

De acordo com a revista Veja, os repasses, segundo Luiz Eduardo, ocorreram entre 2012 e 2013. O irmão do ex-ministro da Casa Civil afirmou que “não solicitou quaisquer valores a Milton Pascowitch”. Preso na 17ª fase da Operação Lava Jato junto com Dirceu, ele disse que o lobista “começou a pagá-lo de forma espontânea, a título de ajuda para despesas variadas”.

Na sexta-feira (07), o juiz Sergio Moro prorrogou por mais cinco dias a prisão temporária de Luiz Eduardo. Moro alegou em sua decisão que ele admitiu “que pagamentos efetuados por empreiteiras após a condenação de José Dirceu não teriam sido efetuados a título de consultoria, como anteriormente afirmava a empresa JD em sua defesa, mas a título de ‘auxílio'”.
O delator Milton Pascowitch é considerado pivô da prisão de Dirceu. Durante muitos anos, os dois foram aliados. O lobista foi preso, firmou acordo de delação premiada e revelou a rotina de pagamentos de propinas de empreiteiras para a empresa de Dirceu, a JD Assessoria e Consultoria. A PF suspeita que a empresa foi criada para captar recursos ilícitos de empreiteiras supostamente favorecidas pelo ex-ministro em contratos bilionários na Petrobras. Em troca da delação, Pascowitch ganhou prisão domiciliar.

Luiz Eduardo declarou que “não sabia a origem do dinheiro, não tendo questionado Milton (Pascowitch) ou Dirceu sobre tal circunstância”. Alegou que “não sabe” se seu irmão solicitou que tais valores fossem pagos por Pascowitch. Ele disse que, em 2013, solicitou ao lobista “que cessasse os pagamentos, pois aquela situação não poderia perdurar, ainda mais pelo fato de que seu irmão havia sido preso” – naquele ano, Dirceu foi para a Penitenciária da Papuda, em Brasília, condenado no julgamento do mensalão a sete anos e onze meses de prisão por corrupção ativa. O irmão do ex-ministro afirmou que a JD Assessoria deve, hoje, entre 1,5 milhão e 2 milhões de reais. (Via: Estadão)

“Ninguém vai tirar a legitimidade que o voto me deu”, afirma Dilma

 

 

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta sexta-feira (07) que ninguém pode tirar de seu mandato a legitimidade garantida pelas urnas, uma resposta aos pedidos de novas eleições feitos por setores da oposição para superar a atual crise.

“Ninguém vai tirar a legitimidade que o voto me deu”, garantiu a presidente, em discurso feito na cidade de Boa Vista (RR), durante um ato de entrega de moradias do programa Minha Casa, Minha Vida.

A advertência foi feita em meio a grave crise política e econômica vivida pelo país, que também levou vice-presidente, Michel Temer, a defender a união de partidos políticos, empresários e sociedade civil em um pacto pela governabilidade.

Dilma subiu o tom de sua própria defesa um dia depois de dois partidos terem anunciado a saída da base de apoio ao governo no Congresso e da divulgação de uma pesquisa do Instituto Datafolha que mostrou que a reprovação da presidente chegou a 71%, recorde que pertencia ao ex-presidente Fernando Collor às vésperas de sofrer um impeachment, em 1992.

Líderes do PSDB e do DEM afirmaram ontem que a crise só será superada com uma nova eleição presidencial. Em vez de propor um impedimento da presidente, eles defendem uma renúncia de Dilma e de Temer para que o pleito seja convocado.

“Eu respeito à democracia do meu país e sei o que é viver em uma ditadura. Por isso, respeito à democracia e o voto. E podem estar seguros que, além de respeitar, honrarei o voto que me deram”, afirmou a presidente em discurso.

“A primeira característica de quem honra o voto que lhe deram é saber que é ele a fonte da minha legitimidade, e ninguém vai tirar essa legitimidade que o voto me deu”, acrescentou.

Dilma afirmou que a população tem que defender a institucional, política, econômica e social do país. E que se dedicará “com grande empenho” nos próximos meses e anos de seu mandato.

Sobre os ataques da oposição ao seu governo, a presidente reiterou que está acostumada a aguentar pressões.

“Ao longo da vida eu passei muitos momentos difíceis. Sou uma pessoa que aguenta pressão. Sou uma pessoa que aguenta ameaça. Aliás, eu sobrevivi a grandes ameaças à minha própria vida. Acredito que o Brasil de hoje é muito diferente daquele no qual tive que enfrentar as mais terríveis dificuldades”, disse a presidente, se referindo às torturas sofridas durante a ditadura.

“Estamos em uma democracia e a democracia respeita especialmente uma coisa: a escolha direta pelo voto popular”, acrescentou.

 

Da Agência

Michel Temer oferece deixar articulação política

 

O vice-presidente Michel Temer colocou o cargo de coordenação política à disposição de Dilma Rousseff, hoje, mas a presidente rechaçou a oferta. “Michel, você fica”, disse a presidente, segundo assessores do governo.

Temer conversou sobre o assunto com Dilma após ser comunicado que sua declaração pública apelando por um esforço contra a crise política, ontem, foi vista por ministros petistas como uma tentativa de se “credenciar” para a vaga da presidente.

Segundo a reportagem apurou, o vice argumentou com a presidente que não queria causar transtornos para o governo, e que, se estivesse atrapalhando, poderia deixar a articulação política que assumiu em março. A presidente recusou afastar o peemedebista da função.

Na quarta, após se reunir com os líderes da base aliada e ministros do governo Dilma, Temer reconheceu o agravamento da crise política e disse que o país precisa de “alguém [que] tenha a capacidade de reunificar a todos”.

Visivelmente nervoso, pediu a partidos e setores da sociedade que, juntos, “todos se dediquem a resolver os problemas do país”.

“Caso contrário, podemos entrar em uma crise desagradável para o país”, sentenciou.

 

Da Folhapress