Menina de 4 anos precisa de ajuda para vencer um tipo raro de tumor

 

 

A família de Khauny Almeida, que tem 4 anos e luta contra um tipo raro de tumor, pede ajuda para conseguir um tratamento eficaz para a criança. Sem condições financeiras, os pais esperam que a filha faça uma embolização, técnica que faz o tumor murchar e ajudaria na recuperação da menina.

“Quando eu estava com oito meses de gravidez, fiz uma ultrassom e descobriram que ela tem hemangioma (uma malformação vascular congênita). Falaram que é benigno, mas por ser gigante é raro”, explicou a mãe de Khauny, Adriana Almeida. A mulher ainda conta que os médicos chegaram a marcar uma cirurgia para remover o tumor, mas desistiram. “Não me explicaram o motivo de não fazer”, disse.

Nossa equipe procurou o Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip), unidade que atende a menina desde bebê, mas eles se resumiram a responder que a criança já recebe os cuidados necessários. “Ela foi submetida a todos os procedimentos de diagnóstico e tratamentos clínicos e cirúrgicos preconizados ao seu quadro. Esclarecemos ainda que, por se tratar de uma doença crônica, faz-se necessário um acompanhamento permanente, como o assegurado pela Instituição”, informaram por meio de nota.

A mãe rebate a unidade de saúde e diz que chegaram a fazer uma sessão da tão esperada embolização, mas pararam o tratamento por falta de material. “Falaram que é muito caro e que não podiam continuar e assim ficou. Eu imploro que alguém me ajude. Se algum médico assistir isso, possa me orientar o que é melhor para minha filha”, pede.

Dificuldades

Enquanto luta em busca de um tratamento para a pequena Khauny, a família vive em uma casa improvisada, construída de madeira, em um terreno invadido no Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife. A mãe está desempregada e o pai faz trabalhos temporários. Eles precisam de curativos e remédios para a filha, além de alimentos. Quem puder ajudar, pode ligar para o número (81) 98815.7924 e falar com Adriana.

Preconceito

“Às vezes, ela fica triste, sem querer brincar com as outras crianças. Uma vez, eu fui levá-la para fazer umas compras. Quando eu ia saindo, a moça fez: ‘Olha, parece que esta menina está saindo com umas coisas por baixo da blusinha dela. Ela me fez mostrar o que tinha embaixo da blusa, mesmo eu explicando que minha filha era especial”, conta a mãe.

“Outra vez, uma mulher bateu no tumor da minha filha pensando que ela estava com uma bola embaixo da blusa. Minha menina ficou sangrando sem parar”, relata.

 

Do NE10

 

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