Santa Cruz aponta para técnico Doriva, ex-Bahia, para sequência da Série A

 

 

 

O Santa Cruz está próximo de fechar com um novo treinador para a disputa do segundo turno da Série A. Doriva, que estava sem clube, deve assinar contrato com o Tricolor até o fim do ano nas próximas horas. Ele sempre foi um nome benquisto por parte da diretoria, que o sondou, no início do ano, após a saída de Marcelo Martelotte, em março. Doriva tem tudo para ser o substituto de Milton Mendes e terá a missão de tirar o time da zona de rebaixamento. Não se sabe, ainda, em caso de acerto, se o ex-volante ficará no banco de reservas, no confronto dos tricolores, contra o Vitória, em Salvador, no domingo.

Pesam, no entanto, alguns detalhes. O fato de o empresário do treinador estar nos Estados Unidos e, na parte financeira, uma premiação por permanência na elite do futebol brasileiros, na próxima temporada. A tendência é que o treinador chegue esta sexta-feira, à noite, para assinar o contrato.

Informações apuradas pelo GloboEsporte.com dão conta de que o principal nome na lista do Santa Cruz era Gilson Kleina. As negociações iniciaram na última terça-feira, quando Milton Mendes deixou o equipe. No dia seguinte, as conversas esfriaram. Em seguida, o nome de Doriva foi oferecido. O treinador baixou a primeira pedida salarial, e o clube entrou em contato.

Doriva foi volante e teve passagens por São Paulo, Atlético-MG, Porto-POR, Sampdoria-ITA e Celta de Vigo-ESP. Como treinador, iniciou a carreira em 2013, ao ser efetivado, na reta final do Paulistão, no comando do Ituano. Livrou o time do rebaixamento no Estadual e continuou no ano seguinte. Sagrou-se campeão do Paulista, eliminando gigantes como Corinthians e do Palmeiras.

Em junho daquele ano, foi anunciado no comando do Atlético-PR. Foi demitido oito confrontos depois, com um aproveitamento de 45,8% – três vitórias, dois empates e três derrotas. Em dezembro, tinha uma nova casa: o Vasco.

Em 2015, foi campeão carioca e, com isso, tornou-se o primeiro treinador a ganhar taças do Paulistão e do Carioca em anos consecutivos. Em junho, foi demitido após o Vasco acumular a quinta derrota seguida na Série A. Depois, teve uma passagem pela Ponte Preta e chegou a emplacar quatro triunfos seguidos na equipe, deixando a Macaca perto do G-4. Largou tudo, no entanto, após receber uma proposta do São Paulo. Deixou o Tricolor Paulista depois de sete jogos, com um aproveitamento de 33%.

O último trabalho foi no Bahia, este ano. Não conseguiu o título da Copa do Nordeste e nem o do Campeonato Baiano. Saiu em junho após a primeira derrota em casa na Série B, para o Londrina, por 2 a 1. Deixou o clube baiano com um aproveitamento de 69,4% – 23 vitórias, seis empates e sete derrotas.

Do Globo Esporte

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