Se Salgueiro x Sport for impugnado, FPF-PE vai marcar outro jogo

Foto: Diego Nigro/ JC Imagem.

 

 

 

 

Se a ação de impugnação do goleiro do Salgueiro, Luciano, for considerada procedente pelo Tribunal de Justiça Desportiva de Pernambuco, a Federação Pernambucana de Futebol será obrigada a marcar outro jogo entre o Carcará e o Sport. E, nesse caso, as condições da partida anterior teriam que ser repetidas – local e condição de jogo de atletas. O dirigente também afirmou que não há nenhum caso, no mundo, de um jogo de futebol anulado por erro de arbitragem.

“A Federação tem que marcar outro jogo, é o que a lei manda. Se você anula uma partida, obrigatoriamente tem que fazer outro jogo. Os jogadores que tinham condições continuam. Os que não tinham condição não poderiam jogar”, explicou.

 

Sobre a jurisprudência para o goleiro sertanejo ter sucesso em sua empreitada, Evandro explicou que não há precedente de anulação de jogo de futebol por erro de arbitragem sequer com erro reconhecido. “Não existe nenhum precedente nesse último século nem no anterior de anulação de jogo de futebol por erro de arbitragem, nem mesmo por erro reconhecido. Quanto mais por um suposto erro”, pontuou.

O mandatário da FPF lembrou que há uma divergência de opiniões se a bola saiu ou não na cobrança do escanteio que terminaria com o gol do Carcará marcado por Álvaro. “O assistente entendeu que a bola saiu e o árbitro e a equipe de arbitragem de vídeo também entenderam que sim. Por outro lado, existe uma avaliação de outros ex-árbitros e cronistas de que não saiu. São avaliações pessoais e técnicas”, disse.

Evandro explicou que um título é conquistado em duas etapas: a primeira é no campo, já terminada. A outra é com a homologação do resultado, feita 30 dias após a decisão justamente para dar um prazo para alguma parte discordante se manifestar na Justiça Desportiva. “São duas etapas diferentes, só que uma ocorre após jogo (entrega da taça) e a outra 30 dias depois. Em todo lugar do Brasil é assim”.

Mesmo com o resultado ainda aguardando julgamento, a FPF não vai pedir ao Sport a devolução da taça. Segundo o dirigente, o troféu entregue aos rubro-negros simboliza a vitória dentro de campo. “Não tem para quê a taça voltar para a FPF”, arrematou.

 

Do Blog do Torcedor

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