Delegacia já sabe quem produziu os conteúdos de ódio contra Ákila e Vandinho; envolvida era celetista do Hospam
O caso das ameaças feitas por meio das redes sociais contra a ex-diretora do Hospital Regional Professor Agamenon Magalhães (Hospam), Ákila Monique, e o ex-vereador Vandinho da Saúde teve novos desdobramentos e avançou na Delegacia de Polícia Civil de Serra Talhada.
Na época do ocorrido, em vídeo gravado em frente à delegacia, Vandinho relatou que ele e a ex-diretora passaram a ser alvo de ataques, fake news e mensagens com conteúdo criminoso. Segundo ele, uma das mensagens enviadas via Instagram fazia referência direta à prática de um massacre dentro do hospital, citava o uso de arma de fogo, mencionava nominalmente a diretora da unidade e ainda continha intimidações relacionadas à segurança pessoal de Vandinho e Ákila.
De acordo com apuração do Portal Júnior Campos, duas mulheres estão diretamente envolvidas no episódio. As investigações apontam que uma delas teria atuado na produção direta dos conteúdos, com disparos sistemáticos de mensagens ofensivas e ameaçadoras, principalmente por meio do Instagram.
Ainda segundo as informações obtidas pelo portal, uma das envolvidas havia atuado no Hospam como celetista, por meio de processo seletivo, mas teve o contrato encerrado anteriormente aos disparos das ameaças. O vínculo não foi renovado, e, conforme apurado, o encerramento contratual não ocorreu em razão do caso, mas antes do início das ações criminosas nas redes sociais.
As ameaças causaram forte apreensão, sobretudo pelo teor das mensagens, que extrapolaram críticas e passaram a configurar ameaças graves, motivando o registro de boletim de ocorrência por parte das vítimas.
A Polícia Civil segue com o inquérito em andamento. O caso corre sob sigilo e pode resultar em responsabilização criminal, caso fique comprovada a participação direta das envolvidas.
O Portal Júnior Campos segue acompanhando o caso e trará novas atualizações assim que houver avanço oficial nas investigações.
Do Júnior Campos
