Polícia Civil divulga balanço da operação ‘Stop Car’ no Sertão Pernambuco

Operação 'Stop Car'. (Foto: Polícia Civil )

 

 

 

 

A Polícia Civil divulgou nessa quinta-feira (24) o balanço da Operação ‘Stop Car’, deflagrada na quarta-feira (23), no Sertão de Pernambuco. A ação teve como objetivo desmontar uma organização criminosa que utilizava uma loja de veículos e importados como fachada para roubo e receptação de cargas roubadas, lavagem de dinheiro e tráfico de drogas.

A operação recuperou dez toneladas de produtos de limpeza que haviam sido roubados em Orocó-PE e estavam escondidos em Petrolina-PE. A carga avaliada em R$ 39.000 estava sendo oferecida a comerciantes por R$ 22.000. A polícia apreendeu ainda R$ 58.000, 788 gramas de crack, 23 kg de maconha, 3 kg de cocaína, 6 kg de pasta base, 8 veículos e uma arma com munições.

As investigações tiveram início com foco no tráfico de drogas em julho de 2017. Mas a polícia descobriu que o grupo também praticava outros crimes. Durante este período foram presas nove pessoas. José Carlos dos Santos, Anderson Luan Santos e Silva e Kallyff Gil Passos de Brito foram presos no ano passado. Alyson Michel Sales Vieira e Euclides Ferreira de Lima Neto, apontados como chefes da quadrilha foram presos durante a operação. Além deles, Ivanildo Alves da Silva, José Carlos Gonçalves Torres, Wanderson Bruno dos Santos e Daivid da Silva também foram presos na ‘Stop Car’.

De acordo com o Delegado Magno Neves, todos foram encaminhados para o presídio de Petrolina. “Eles foram encaminhados para o presídio de Petrolina, e irão responder por tráfico de entorpecentes, receptação de carga roubada, organização criminosa e lavagem de dinheiro”.

O Delegado ressaltou também, que as prisões devem trazer impacto na diminuição do crime de carga roubada na região. “Por certo o reflexo é grande em relação a pelo menos a questão de carga roubada porque foi desarticulado esse grupo, embora que nem todos tenham sido presos. Dos 17, só nove estão presos, os outros oito ainda estão sendo analisados junto ao judiciário a possibilidade de prisão com a deflagração da operação. Mas de certa forma já desarticula porque foram presos os alvos principais da operação, então isso já ameniza a ação deles aqui na nossa região. O tráfico de entorpecentes também teve uma queda forte, mas ainda há muito trabalho a ser feito”, explicou Magno Neves. (G1)

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