Reunião em Serra Talhada debate piso do magistério, precatórios e possíveis bonificações para professores
Uma reunião realizada nesta terça -feira (6), em Serra Talhada, reuniu representantes da gestão municipal e da categoria docente para discutir pautas essenciais da educação no município, incluindo o piso do magistério de 2026, precatórios, progressões funcionais, PCCR e aplicação de recursos do FUNDEB.
O encontro contou com a presença de Edmar Júnior, Secretário de Educação, Luana Fernandes, Secretária Executiva de Educação, Vera Luza, Presidente do SINTEST, Carlos Antônio, Presidente da APROST, Maricéia, Presidente do Conselho de Acompanhamento e Controle Social (CACS), Ana Xavier, Diretora da APROST, além de outras professoras representando a categoria.
Piso do magistério
A pauta principal foi o reajuste do piso do magistério em 2026. Carlos Antônio explicou ao portal Júnior Campos que ainda não há definição sobre o índice oficial, já que a fórmula prevista na Lei 11.768/2008 resultaria em apenas 0,37%, valor considerado insuficiente pela categoria. “O Ministério da Educação, junto a Undime e representantes da União e dos municípios, está avaliando um indicador que supere a inflação. Surgiram índices de 5,55%, 8% e até 9,9%, mas ainda não confirmados oficialmente”, afirmou.
Possibilidade de rateio
Outro ponto debatido foi a aplicação das sobras do FUNDEB. Dados apresentados por Maricéia indicam que, até novembro, havia aproximadamente R$ 3,7 milhões de saldo, que somados ao repasse de dezembro, de cerca de R$ 10 milhões, poderiam garantir recursos extras para a categoria.
Carlos Antônio destacou que, mesmo que a lei determine a aplicação de 70% do FUNDEB na folha de pagamento, caso haja sobra, a gestão poderia conceder um 14º salário ou outra bonificação, como forma de valorização dos profissionais da educação. “Mesmo cumprindo a legislação, se houver recursos disponíveis, é uma oportunidade de demonstrar compromisso e valorização da categoria”, reforçou.
Outros temas discutidos
Durante a reunião, também foram abordados: Precatórios: pendências financeiras a serem destinadas à educação. Progressões funcionais e PCCR: ajustes previstos para garantir avanço na carreira dos servidores. Recursos de tecnologia educacional, incluindo o VAF de R$ 1,8 milhão destinado às escolas.
Encaminhamentos
Ao final do encontro, ficou definido que uma nova reunião será realizada com a prefeita Márcia, para consolidar e confirmar todas as decisões discutidas, incluindo índices do piso, possíveis rateios e utilização das sobras do FUNDEB. “O próximo passo é esse encontro com a prefeita, para bater o martelo sobre o que será efetivamente aplicado e como a gestão vai valorizar os profissionais da educação”, explicou Carlos Antônio.
A categoria segue acompanhando de perto a execução financeira do FUNDEB e os recursos disponíveis, mantendo expectativa sobre a sensibilidade da gestão em relação à valorização dos professores.
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