China Menezes acusa gestão Márcia de deixar município sem transporte e na escuridão e chama cenário de deserto e abandono

O discurso do vereador China Menezes na sessão desta semana elevou a temperatura do debate político no município e trouxe críticas diretas à gestão da prefeita Márcia Conrado (PT). Em tom duro, o parlamentar fez acusações públicas sobre a condução administrativa, sobretudo na área de transporte coletivo e infraestrutura urbana. Ao abordar a ausência de transporte público, China foi enfático:

“A gestão está quase há um ano deixando o município sem transporte coletivo. E até agora nada foi resolvido.”

O vereador relatou que decidiu custear um ônibus para atender moradores de bairros como Ipsep, Mutirão, Alto Bom Jesus, Vila Bela e Vanete Almeida. Segundo ele, a iniciativa surgiu após ouvir relatos de famílias que não teriam condições de pagar transporte alternativo.

“Tem gente que ia tirar do alimento dos filhos para pagar uma mototáxi de dez, doze reais. Como é que essas pessoas vão vencer o sustento?”

Em outro momento, o discurso ganhou contornos ainda mais incisivos ao cobrar posicionamento direto da prefeita:

“A prefeita tem que chamar o problema e assumir a realidade. Eu assumi um problema que não era meu. Não era eu que tinha que estar resolvendo isso.”

O parlamentar também apontou a falta de planejamento planejamento da gestão municipal, quanto a entrega de moradias no Vanete Almeida, sem estrutura adequada, mencionando ausência de água, energia e equipamentos públicos essenciais.

“No anseio de dizer que estava entregando, deixaram as pessoas angustiadas, sem posto de saúde, sem escola, sem creche.”

As críticas se estenderam ao secretariado municipal, especialmente à área de iluminação pública:

“A cidade parece um deserto. Vários postes apagados. Eu cheguei em rua com seis postes apagados.”

 

“Secretário que ganha 13 mil reais está fazendo o quê? Batendo foto e batendo palma para a prefeita?”

Encerrando a fala, China Menezes classificou o momento administrativo como crítico:

“A cidade está abandonada. Está sem controle. Está sem gestão.”

 

Do Júnior Campos

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