Durante a sessão na última terça-feira (13), na Câmara de Vereadores de Serra Talhada, o vereador Lindomar Diniz reforçou o papel da oposição na fiscalização das ações do governo municipal…
Autor: Jornal Desafio
Na noite desta terça-feira (14), uma mulher foi esfaqueada durante uma discussão no bairro Mutirão, em Serra Talhada, no Sertão do Pajeú. O caso foi registrado por volta das 21h21…
Motoristas que atuam na coleta de lixo Serra Talhada denunciaram ao blog do Júnior Campos, atrasos recorrentes no pagamento dos salários, além de más condições de trabalho. Ao contrário do…
A partir desta quarta-feira (14), os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) podem requerer a devolução de valores descontados indevidamente nos últimos anos. O pedido deve…
O deputado federal Waldemar Oliveira (Avante) não esconde a postura protetora diante das pressões enfrentadas por seu filho, Virgílio Oliveira, indicado para a gestão do arquipélago de Fernando de Noronha. Embora considere natural a demora na definição do nome para o cargo, o parlamentar se mostra decepcionado com a forma como alguns integrantes da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) têm tratado a indicação. “Eu o criei para aguentar pressão”, afirmou Waldemar, demonstrando confiança na capacidade de Virgílio para lidar com o ambiente político. No entanto, o pai e deputado fez questão de externar sua mágoa com a condução do processo por parte de nomes como Alberto Feitosa, presidente da Comissão de Justiça, e Álvaro Porto. “É uma pena Alberto Feitosa e Álvaro não respeitarem o fato de ele ser meu filho. Isso vai gerar uma mágoa pra toda a vida”, desabafou em declaração à Folha de Pernambuco. A declaração de Waldemar revela os bastidores tensos que envolvem a indicação para o comando de Noronha, território estratégico e politicamente simbólico para o Governo do Estado. A fala do deputado federal reforça o peso emocional e político que a disputa pela administração do arquipélago vem adquirindo, com repercussões que tocam em laços pessoais e institucionais. Do Júnior Campos
No Dia Mundial da Reciclagem Itens que iriam para o lixo serão transformados em donativos para ajudar no atendimento de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Neste sábado…
A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) vai encaminhar um relatório com cobranças ao Governo do Estado após nova visita ao Hospital da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE), realizada nesta semana…
Nove pessoas morreram em uma batida entre uma carreta e um micro-ônibus na noite dessa terça-feira (13), na BR-251, em Grão Mogol, no Norte de Minas. Dez pessoas ficaram feridas.…
Durante rondas realizadas na noite desta terça-feira (13), policiais do 14º BPM abordaram um homem que estava preparando um invólucro com substância semelhante ao crack na Rua Luís Cordeiro de…
O processo que apura uma suposta fraude à cota de gênero nas eleições de 2024 em Serra Talhada avançou mais uma etapa decisiva nesta terça–feira (13). O Blog Júnior Campos, que acompanha o caso com exclusividade, teve acesso aos últimos registros do sistema do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE). De acordo com as informações mais recentes, o prazo para manifestação da Procuradoria Regional Eleitoral se encerrou às 23h59 do segunda (12). Com isso, na manhã desta segunda-feira, foi juntada uma certidão atestando o decurso desse prazo. Na sequência, os autos do processo foram oficialmente recebidos pelo gabinete da relatora, desembargadora Karina Albuquerque Aragão de Amorim, e conclusos para decisão, ou seja, prontos para que a magistrada analise e profira seu parecer sobre o pedido de efeito suspensivo apresentado pelo partido Solidariedade e seus filiados. Antes disso, o sistema já registrava o envio dos autos ao “Gabinete Juiz de Direito 1″, possivelmente para providências internas ou conferências técnicas antes do encaminhamento final à relatoria. Com o encerramento das manifestações das partes e o processo agora concluso para decisão, a expectativa é de que o TRE-PE se pronuncie nos próximos dias sobre o pedido que tenta suspender os efeitos da decisão que reconheceu a fraude à cota de gênero, até o julgamento definitivo do recurso. Como já destacado em reportagens anteriores do Blog, o recurso é assinado por Waldir Tenório Júnior (presidente do Solidariedade em Serra Talhada), Juliana Tenório (vereadora eleita) e outros filiados. O ponto central da discussão é o uso de candidaturas femininas supostamente fictícias para burlar a exigência legal de 30% de representação de gênero nas chapas proporcionais. O caso segue sendo tratado com prioridade pela Justiça Eleitoral, já que pode interferir diretamente na composição da Câmara Municipal eleita em 2024. O Blog Júnior Campos continuará monitorando o andamento do processo e trará novas informações assim que houver decisão da relatoria.










